Eu sou a Letícia, 26 anos, trabalho num prédio comercial no centro da cidade. Todo dia pego o mesmo elevador lotado, aperto entre corpos suados, cheiro de perfume barato e café. Sou loira natural, cabelo na altura dos ombros, corpo curvilíneo de quem malha esporadicamente: cintura fina, quadril largo, peitos grandes que chamam atenção mesmo dentro de blusas sociais. Uso saia lápis justa e salto alto no trabalho, porque gosto de me sentir sexy mesmo no ambiente corporativo.
Naquela terça-feira chuvosa, o elevador estava quase vazio por causa do horário – já passava das 19h, a maioria tinha ido embora. Entrei no térreo, apertei o 12º andar, e no 5º ele parou. Entrou o Rafael, o segurança novo do prédio. Uns 30 anos, negro retinto, alto pra caralho, corpo de academia pesada: braços grossos marcando a camisa polo azul, peito largo, pernas fortes na calça cargo preta. Sempre trocávamos bom-dia, mas aquele olhar dele… sempre me deixava inquieta.
A porta fechou. Só nós dois. O elevador começou a subir devagar, daqueles antigos que rangem. De repente, um tranco forte. As luzes piscaram, e parou entre andares. O alarme tocou baixinho.
“Merda…”, ele murmurou, apertando o botão de emergência. Ninguém respondeu de imediato.
Eu ri nervosa. “Primeira vez que isso acontece comigo.”
Ele me olhou de cima a baixo, sem disfarçar. “Pelo menos a companhia é boa.”
O ar ficou pesado em segundos. O espaço pequeno, o calor subindo, o cheiro dele – suor masculino misturado com desodorante forte – me deixando tonta. Eu me encostei na parede oposta, mas era tão apertado que nossos corpos quase se tocavam.
Ele chegou mais perto, como se estivesse checando se eu estava bem. “Tá nervosa?”
“Um pouco”, admiti, mas minha voz saiu rouca. Senti o mamilo endurecer sob o sutiã de renda.
Ele sorriu, dentes brancos contrastando com a pele escura. “Eu cuido de você.”
Não sei quem começou, mas de repente estávamos nos beijando com fome. Boca dele quente, língua grossa invadindo a minha, mãos grandes apertando minha cintura, me prensando contra a parede de metal frio. Eu gemi dentro da boca dele, sentindo o pau endurecer rápido contra minha barriga.
“Caralho, Letícia… você é gostosa demais pra esse lugar”, ele rosnou, mordendo meu pescoço enquanto uma mão subia pela minha coxa, levantando a saia.
Eu abri as pernas sem pensar, deixando ele tocar por cima da calcinha. Já estava encharcada. “Me toca… faz tempo que eu quero isso.”
Ele enfiou os dedos por baixo do tecido, encontrou meu clitóris inchado e esfregou forte. Dois dedos grossos entraram fácil, me fodendo ali mesmo no elevador parado. Eu mordi o ombro dele pra não gritar alto.
“Molhada pra caralho… quer meu pau, né?”
“Quero… agora”, implorei, abrindo o zíper da calça dele com mãos trêmulas.
O pau saltou enorme, grosso, preto brilhando na cabeça já úmida. Eu segurei, mal cabia na mão. Ajoelhei no chão frio do elevador sem nem pensar, engoli o máximo que consegui, babando, sentindo ele bater na minha garganta. Ele segurou meu cabelo, fodeu minha boca devagar, gemendo baixo.
“Boquete de puta… chupa esse pau preto, Letícia.”
Eu chupei com vontade, olhando pra ele, saliva escorrendo pelo queixo. Ele me puxou de pé, virou meu corpo de frente pra parede, levantou minha saia até a cintura e arrancou a calcinha com um rasgo. Cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e me penetrou de uma vez.
Doeu gostoso. Ele era grande demais, me abrindo toda. Começou a socar forte, o elevador balançando levemente a cada estocada. Uma mão tampando minha boca pra abafar os gemidos, a outra apertando meu peito por dentro da blusa.
“Toma pau, sua safada do escritório. Toma tudo no elevador.”
Eu empinava a bunda, pedindo mais. O som molhado da buceta sendo fodida ecoava no espaço fechado. Gozei rápido, pernas tremendo, apertando ele dentro de mim.
Ele não parou. Me virou de frente, me ergueu no colo – pernas enroladas na cintura dele – e meteu de novo, me quicando no pau como se eu fosse leve. Nossas testas coladas, suor escorrendo, ele socando fundo.
“Vou gozar dentro… vou te encher de porra preta.”
“Goza… me enche!”, gemi no ouvido dele.
Ele rugiu baixo e gozou, jatos quentes e grossos me inundando. Senti cada pulsada, o pau latejando dentro de mim. Ficamos ali, colados, ofegantes, porra escorrendo pelas minhas coxas.
Mas o elevador deu um tranco. As luzes voltaram normais. Ele me colocou no chão rápido, ajeitamos as roupas como dava. Eu com a calcinha rasgada no bolso, saia amassada, batom borrado. Ele guardou o pau ainda meio duro.
A porta abriu no 12º andar. O técnico da manutenção estava lá, pedindo desculpas pelo defeito.
Eu saí cambaleando um pouco, sorrindo. “Sem problemas… foi rápido.”
Rafael ficou no elevador, me olhando com aquele sorriso safado. No dia seguinte, recebi uma mensagem dele no WhatsApp do prédio: “Hoje eu faço a ronda no seu andar às 18h. Deixa a porta do banheiro feminino aberta.”
Eu respondi só com um emoji de diabinho.
Desde então, toda semana a gente se encontra em algum canto do prédio: escada de emergência, depósito, até na garagem depois do horário. Ele me come de todo jeito – na mesa da sala de reunião, debruçada na janela com vista pra cidade, até no terraço à noite. Sempre bruto, sempre sem camisinha, sempre gozando dentro ou na minha cara.
Eu voltei a amar meu trabalho.