Foda Proibida na Casa dos Sogros

Eu sou a Vitória, 25 anos, noiva há um ano do Pedro. Corpo pequeno mas cheio de curvas perigosas: 1,60m, peitos grandes e empinados, cintura fina, bunda redonda que estica qualquer shortinho. Cabelo preto liso até a cintura, olhos verdes que todo mundo diz que são de safada. Meu noivo é certinho, sexo sempre no escuro, missionário rapidinho. Eu finjo que gosto, mas morro de tesão reprimido.

Era Natal, fomos passar a noite na casa dos sogros numa cidadezinha do interior. Casa grande, cheia de parentes, mas todo mundo dormindo cedo depois da ceia. Eu não conseguia dormir de calor e tesão acumulado. Levantei de fininho, vestindo só uma camisola curta de cetim rosa que mal cobria a bunda, sem calcinha, sem sutiã. Desci pra pegar água na cozinha.

Na cozinha escura, só a luz da geladeira iluminando, estava ele: Bruno, o irmão mais velho do Pedro. 34 anos, separado, corpo de quem trabalha na fazenda da família – alto, ombros largos, braços fortes e veinados, peito peludo aparecendo pela regata velha, barba rala e aquele cheiro de homem que me deixava louca desde o primeiro dia que o vi.

“Não consegue dormir, cunhadinha?”, ele perguntou baixo, voz grave, encostado no balcão tomando uma cerveja.

Eu congelei, sentindo os mamilos endurecerem debaixo do tecido fino. “Calor… vim pegar água.”

Ele se aproximou devagar, olhos descendo pelo meu corpo sem disfarce. “Você tá linda nessa camisola. Perigosa até.”

Meu coração disparou. “Perigosa por quê?”

Ele chegou bem perto, o calor do corpo dele me envolvendo. “Porque eu tô há meses querendo te comer, Vitória. E você sabe disso.”

Não deu tempo nem de responder. Ele me pegou pela cintura, me levantou e sentou na bancada de mármore frio. Beijo bruto, língua invadindo minha boca, mãos grandes subindo pela camisola e apertando meus peitos com força. Eu gemi alto demais, ele tampou minha boca com a mão.

“Shhh… quer acordar a casa toda?”, sussurrou, mordendo meu pescoço enquanto os dedos torciam meus mamilos.

Eu abri as pernas sem pensar, sentindo o pau dele duro roçando na minha buceta já molhada. “Me fode logo, Bruno. Quero você desde o primeiro dia.”

Ele riu baixo, safado. “Cunhadinha safada quer trair o irmãozinho na casa dos pais?”

“Quero… me fode forte, me faz gozar como ele nunca faz.”

Ele desceu a calça de moletom, o pau saltou grosso, cabeçudo, veias pulsando. Eu segurei, mal cabia na mão. Ele esfregou na entrada, me provocando.

“Pede, Vitória. Pede pro cunhado te comer.”

“Me come, por favor… mete esse pau em mim.”

Ele entrou de uma vez, fundo, me rasgando. Doeu gostoso. Começou a socar forte, bancada rangendo baixinho, uma mão na minha boca, outra apertando minha bunda. Eu rebolava contra ele, peitos balançando na cara dele.

“Toma pau, sua putinha. Toma do cunhado enquanto o noivo dorme lá em cima.”

Eu gozei rápido, mordendo a mão dele pra não gritar, buceta apertando ele com força. Ele não parou, continuou fodendo fundo, gemendo baixo no meu ouvido.

Me virou de costas, debruçada na bancada, empinou minha bunda e meteu de novo. Batendo com tudo, bolas pesadas batendo no meu clitóris. Uma mão puxando meu cabelo, outra batendo na bunda – tapas abafados que ardiam.

“Essa bunda é minha agora, Vitória. Vou te foder toda vez que vier aqui.”

Gozei de novo, pernas tremendo, jorrando na coxa dele. Ele tirou, me virou de joelhos no chão frio da cozinha. “Chupa. Chupa o pau que acabou de te foder.”

Engoli tudo, babando, sentindo meu próprio gosto. Ele fodia minha boca devagar, olhando nos meus olhos.

“Boquete de noiva safada… vai engolir tudo?”

Eu assenti, chupando mais fundo. Ele gozou forte, jatos quentes na minha garganta. Engoli tudo, lambendo a cabeça até a última gota.

Mas não acabou. Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada, me levou pro quarto de hóspedes vazio no andar de baixo. Jogou na cama, abriu minhas pernas e chupou minha buceta com fome, língua grossa me invadindo, sugando o clitóris até eu gozar na boca dele mais uma vez.

Depois me colocou de quatro na cama, meteu fundo de novo, socando como animal. Mão no meu pescoço, me dominando.

“Vou gozar dentro, Vitória. Vou te encher de porra pra você voltar pro quarto do meu irmão cheia de mim.”

“Goza… me enche!”, implorei baixinho.

Ele gozou rugindo abafado no travesseiro, jatos quentes me inundando. Ficamos ali, colados, ofegantes, porra escorrendo.

Passamos o resto da noite fodendo devagar no quarto escuro – eu cavalgando ele, rebolando até ele endurecer de novo, ele me comendo de lado, beijando minha nuca, mão nos peitos. Gozei tantas vezes que perdi a conta.

De manhã, voltamos pros quartos separados antes de todo mundo acordar. Eu com a camisola amassada, pernas bambas, buceta latejando e cheia de porra dele.

Durante o café da manhã, ele me olhava por cima da mesa, sorriso discreto. Meu noivo nem desconfiava. Bruno mandou mensagem depois: “Ano que vem no Réveillon eu te como no celeiro. Prepara essa buceta.”

Eu respondi só com uma foto da buceta inchada, ainda escorrendo ele.

Agora toda visita à casa dos sogros tem um motivo extra. Meu noivo acha que eu adoro a família dele. Mal sabe que eu adoro é o pau do irmão dele.

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