Eu sou a Larissa, 22 anos, estudante de enfermagem, moro na periferia e pego ônibus todo dia pra faculdade no centro. Corpo miúdo mas chamativo: 1,55m, peitos fartos que esticam a blusinha do uniforme, cintura fina, bunda empinada que o jeans justo marca demais. Cabelo cacheado preso num rabo alto, óculos de armação fina, carinha de menina boa que engana todo mundo.
Naquela sexta-feira à noite, voltando de uma festa na casa de uma amiga, o ônibus estava lotado pra caralho. Último do dia, cheio de gente bebendo, suada, apertada. Eu entrei no fundo, me encostei no corrimão perto da porta traseira, vestindo uma saia curta preta, cropped branco mostrando a barriga, tênis All Star. Sem sutiã – o calor estava insuportável.
O ônibus balançava, todo mundo colado. De repente senti um corpo grande atrás de mim. Olhei de canto e era ele: um cara que eu nunca tinha visto, uns 28 anos, alto, corpo forte de quem trabalha em obra – braços tatuados, camiseta regata suada colada no peito largo, boné virado pra trás, barba cerrada. Cheiro de cigarro e cerveja misturado com suor masculino que me deu um calor imediato.
Ele se encostou mais, “sem querer”. Senti o volume da calça dele roçando minha bunda a cada curva do ônibus. Não recuei. Pelo contrário, empinei um pouquinho, sentindo ele endurecer rápido.
Ele percebeu. Mão discreta desceu pela minha coxa, levantou devagar a saia por trás. Eu mordi o lábio, olhando pros lados – ninguém prestava atenção, todo mundo no celular ou bêbado.
Dedos grossos dele tocaram por cima da calcinha de renda. Eu já estava molhada. Ele afastou o tecido de lado, enfiou um dedo devagar, depois dois, me fodendo com a mão ali no meio do ônibus lotado.
Eu segurava o corrimão com força, cara virada pro vidro, gemendo baixinho disfarçando de bocejo. Ele bombeava devagar, polegar circulando meu clitóris. Gozei rápido, pernas tremendo, apertando os dedos dele dentro de mim.
Ele tirou a mão, levou à boca e chupou meu gosto olhando pro reflexo no vidro. Aí abriu o zíper devagar, tirou o pau pra fora – grosso, quente, latejando contra minha bunda. Esfregou na entrada, me provocando.
Olhei pra trás rapidinho, ele sussurrou no meu ouvido: “Quer que eu meta aqui mesmo?”
Assenti com a cabeça, empinando mais. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça e entrou devagar, centímetro por centímetro, me abrindo no meio do ônibus balançando.
Quando sentou tudo, começou a socar discreto – movimento pequeno mas fundo, aproveitando as curvas do ônibus pra ir mais fundo. Uma mão na minha cintura, me segurando firme, a outra apertando minha bunda por baixo da saia.
Eu rebolava de leve contra ele, sentindo o pau me rasgar. Ninguém percebia – ou se percebia, fingia que não. O tesão do risco me deixava louca.
“Vai quietinha, safada… toma pau no ônibus lotado”, ele sussurrou rouco, mordendo de leve minha orelha.
Gozei de novo, mordendo o braço pra não gritar, buceta pulsando em volta dele. Ele acelerou um pouco, respirando pesado no meu pescoço.
“Vou gozar dentro… vai levar minha porra pra casa.”
“Goza… me enche”, sussurrei de volta, empinando mais.
Ele segurou firme minha cintura e gozou, jatos quentes me inundando, pau pulsando dentro de mim. Senti cada um, quente escorrendo pelas coxas.
Ficamos assim até o ponto dele. Ele saiu devagar, guardou o pau, ajeitou minha saia por trás como se nada tivesse acontecido. Desceu no ponto seguinte, me olhando com um sorriso safado antes da porta fechar.
Eu fiquei ali, pernas bambas, porra escorrendo devagar pela coxa, misturada com meu tesão. Desci no meu ponto com a saia amassada, calcinha encharcada, cheiro de sexo no corpo.
No dia seguinte, peguei o mesmo ônibus no mesmo horário. Ele estava lá de novo, no fundo, me esperando. Dessa vez sentamos juntos no último banco. Mal o ônibus saiu do terminal, eu já estava no colo dele, saia levantada, cavalgando discreto enquanto o ônibus enchia.
Ele me comeu ali mesmo, mão tampando minha boca, eu rebolando forte, gozando duas vezes antes do ponto final. Depois fomos pro banheiro químico do terminal – ele me encostou na parede suja, me comeu de pé, depois de quatro, gozando na minha cara e nos peitos.
Virou rotina. Toda sexta à noite a gente se encontra no último ônibus. Às vezes ele traz um amigo – eu chupo um enquanto o outro me come, ou os dois me usam ao mesmo tempo, um na frente, outro atrás, eu abafando os gemidos no ombro deles.
Nunca trocamos nome. Só pau, porra e tesão puro no ônibus lotado. Minha nota na faculdade até melhorou – nada como uma boa foda pra aliviar o estresse.