Loucura no Banheiro da Balada

Eu sou a Sofia, 23 anos, baladeira profissional. Corpo pequeno mas explosivo: 1,58m, peitos siliconados que mal cabem no decote, cintura de vespa, bunda grande e durinha de tanto squat. Cabelo ruivo tingido ondulado, tatuagens espalhadas pelo corpo, sempre de salto alto e roupa curta que deixa pouco pra imaginação. Vivo pra noite, pra bebida, pra dança e pro tesão que rola solto.

Naquela sábado lotado, eu estava na balada mais badalada da cidade, rebolando no meio da pista com as amigas. Vestia um vestido tubinho vermelho coladíssimo, sem sutiã, calcinha fio-dental preta, salto agulha. Bebida subindo, suor escorrendo pelo decote, luzes piscando no corpo suado.

Fui no banheiro feminino pra retocar o batom – fila enorme, como sempre. Enquanto esperava, vi ele saindo do banheiro masculino: Caio, um cara que eu já tinha cruzado outras noites, uns 26 anos, DJ convidado daquela noite. Alto, corpo magro mas definido, tatuagens nos braços e pescoço, cabelo raspado nas laterais, piercing na sobrancelha e aquele olhar de quem come tudo que vê.

Nossos olhos se cruzaram. Ele sorriu torto, chegou perto. “Sofia, né? Te vi rebolando ali… tá perigosa hoje.”

Eu ri, cheguei mais perto. “Perigosa é você olhando assim.”

Não teve conversa longa. Ele pegou minha mão e me puxou pro banheiro unissex dos fundos – aquele reservado pros VIPs, com trava na porta. Entramos tropeçando, já nos agarrando loucamente. Porta trancada, música abafada lá fora, luz vermelha fraca iluminando o espelho grande.

Beijo faminto, dentes batendo, língua brigando. Mãos dele subindo o vestido até a cintura, apertando minha bunda com força. Eu arranhava o peito dele por baixo da camiseta, sentindo os músculos tensos.

“Caralho, Sofia… essa bunda me deixa louco há meses”, ele grunhiu, mordendo meu pescoço enquanto uma mão descia pra dentro da calcinha, encontrando a buceta já encharcada.

Enfiou dois dedos de uma vez, me fodendo rápido contra a pia. Eu gemi alto, sem me importar com a fila do lado de fora. “Me fode logo, Caio. Quero esse pau agora.”

Ele riu safado, virou meu corpo de frente pro espelho, levantou o vestido até os peitos e arrancou a calcinha com um rasgo. Cuspiu na mão, passou no pau que já tinha tirado da calça – grosso, curvado pra cima, cabeça brilhando.

Esfregou na entrada, me provocando. “Pede, Sofia. Pede pro DJ te arrombar no banheiro.”

“Me arromba, porra! Mete tudo!”

Ele entrou forte, fundo, me fazendo arquear as costas. Começou a socar violento, pia rangendo, espelho embaçando com nosso bafo. Uma mão puxando meu cabelo, me obrigando a olhar no reflexo: eu de vestido levantado, peitos balançando, cara de vadia sendo comida.

“Toma pau, sua baladeira safada! Toma enquanto a balada rola lá fora.”

Eu empinava mais, rebolando contra ele, gemendo alto. Gozei rápido, pernas tremendo, buceta apertando ele com força. Ele não parou, continuou socando, batendo na bunda com tapas que ecoavam no azulejo.

Me virou de frente, me sentou na pia fria, abriu minhas pernas e meteu de novo, fundo, olhando nos olhos. “Olha pra mim enquanto eu te fodo. Olha essa cara de puta gozando.”

Gozei de novo, gritando o nome dele, unhas cravadas nos ombros. Ele tampou minha boca com a mão, rindo. “Quieta, vadia… quer que todo mundo ouça?”

Mas eu queria mais. Desci da pia, ajoelhei no chão sujo do banheiro, engoli o pau todo, babando, sentindo meu gosto misturado. Chupei com vontade, olhando pra cima, garganta profunda até engasgar.

Ele segurava minha cabeça, fodia minha boca forte. “Boquete de puta de balada… vai engolir tudo?”

Tirei da boca, montei nele ali mesmo no chão, de frente, quicando forte. Vestido ainda levantado, peitos na cara dele, ele chupando e mordendo os mamilos até doer gostoso.

Rebolava girando o quadril, sentindo ele bater no fundo. “Me usa, Caio… me fode como se eu fosse sua.”

Ele me levantou de repente, me encostou na porta, me comeu de pé, pernas enroladas na cintura dele. Socava pra cima com força, parede tremendo. Gozei mais uma vez, quase desmaiando de tesão.

“Vou gozar na sua cara, Sofia. Quero te ver toda melada.”

Me colocou de joelhos de novo, pau na mão. Gozei olhando – jatos grossos e quentes no rosto, nos peitos, no cabelo. Lambi o que consegui, sorrindo como uma vadia satisfeita.

Mas a noite não acabou. Limpamos rapidinho, saímos separados. Meia hora depois, ele me puxou pro camarim dos DJs – quarto escuro com sofá gasto. Lá ele me comeu de novo: de quatro no sofá, eu cavalgando até ele implorar, ele me sodomizando devagar até eu gozar só com o cu.

Gozei tantas vezes que perdi a conta. Ele gozou dentro da buceta, no cu, na boca, nos peitos. Saí da balada de manhã, vestido rasgado, maquiagem borrada, pernas bambas, porra seca no corpo todo.

No Uber pra casa, ele mandou mensagem: “Toda sábado eu toco nessa balada. Te espero no banheiro às 2h.”

Eu respondi com uma foto do rosto ainda melado: “Chego às 1h30 pra sobrar tempo.”

Agora sábado tem nome: noite de ser comida pelo DJ até não aguentar mais andar.

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