Eu sou a Fernanda, 31 anos, dentista num consultório particular no centro. Corpo escultural de quem cuida: 1,68m, peitos firmes que o jaleco branco marca sutilmente, cintura fina de academia, bunda redonda que a saia lápis justa valoriza. Cabelo preto preso num coque profissional, óculos de armação fina, batom nude – aparência séria, mas por dentro uma safada que adora o poder de mandar no paciente na cadeira.
Naquela tarde de quarta, o último paciente do dia era ele: Ricardo, 35 anos, empresário que veio pra uma limpeza rutinária. Corpo forte de quem joga futebol nos fins de semana – alto, peito largo, braços musculosos aparecendo pela camisa social aberta no colarinho, calça jeans marcando o volume. Sempre flertava nas consultas anteriores, elogiando meu sorriso, meu cheiro.
Ele se sentou na cadeira reclinada, boca aberta, eu de luvas, máscara baixada no queixo pra conversar. Mas o ar estava diferente. Olhares demorados, ele comentando como eu ficava sexy de jaleco.
“Você é a melhor dentista que eu já tive, Fernanda… e a mais gostosa também”, ele disse baixo, enquanto eu ajustava a luz.
Eu ri, chegando mais perto, sentindo o calor dele. “Cuidado com o que fala, paciente. Aqui quem manda sou eu.”
Ele sorriu malicioso. “Então manda em mim.”
Não aguentei. Fechei a porta do consultório à chave, baixei as persianas. Voltei pra ele, ainda reclinado. Tirei as luvas devagar, subi na cadeira montando no colo dele, jaleco aberto mostrando o decote da blusa fina.
Beijei ele com urgência, língua invadindo a boca que minutos antes estava aberta pra mim trabalhar. Mãos dele subindo pelas minhas coxas, levantando a saia, apertando minha bunda com força.
“Caralho, doutora… sempre quis te foder nessa cadeira”, ele grunhiu, mordendo meu pescoço enquanto eu rebolava no pau já duro embaixo de mim.
Eu abri o jaleco todo, tirei a blusa, peitos pulando no sutiã de renda branca. Ele chupou por cima do tecido, depois arrancou com os dentes, sugando os mamilos duros com fome.
“Chupa gostoso, Ricardo… mas lembra quem é a chefe aqui.”
Desci da cadeira, ajoelhei entre as pernas dele, abri o zíper e tirei o pau pra fora – grosso, veias salientes, cabeça vermelha pingando. Engoli devagar, olhando nos olhos dele, boquete profundo enquanto ele segurava meu coque, desfazendo o cabelo.
“Boquete de dentista safada… chupa esse pau como se fosse tratamento.”
Eu chupei com vontade, babando, engasgando um pouco, mão massageando as bolas. Ele gemia baixo, cadeira rangendo.
Levantei, tirei a saia e a calcinha, fiquei só de salto e jaleco aberto. Montei nele de novo, de frente, esfregando a buceta molhada no pau. Desci devagar, sentindo ele me abrir toda.
Comecei a cavalgar forte, cadeira reclinada balançando, peitos na cara dele, ele chupando enquanto eu quicava.
“Me fode, doutora! Cavalga esse pau!”
Eu acelerava, rebolando girando o quadril, mão no clitóris. Gozei forte, corpo tremendo na cadeira, buceta apertando ele com força.
Ele me levantou como se eu fosse leve, me deitou na maca auxiliar, abriu minhas pernas nos estribos que uso pra exames. Enfiou a cara na buceta, chupando com pressão, língua fodendo dentro enquanto dedos circulavam o clitóris.
“Essa buceta é perfeita… molhada pra caralho pra mim.”
Gozei na boca dele mais uma vez, jorrando, pernas tremendo nos estribos.
Ele subiu, meteu de uma vez, socando fundo, maca rangendo. Uma mão no meu pescoço de leve, outra torcendo um mamilo.
“Toma pau, sua dentista puta! Toma no consultório enquanto os outros pensam que você é santa.”
Eu pedia mais forte, arranhando os braços dele. Gozei de novo, gritando abafado.
Viramos. Me colocou de quatro na cadeira do paciente, empinou minha bunda e meteu de novo, batendo com tudo. Batia na bunda com tapas fortes, deixando vermelho.
“Toma tapa, doutora… essa bunda merece.”
Gozei mais uma vez, quase desmaiando de prazer.
Ele quis meu cu. “Deixa eu te comer atrás? Quero te arrombar toda aqui.”
Eu empinei mais, saliva dele lubrificando. “Mete… me arromba o cu no consultório.”
Entrou devagar, mas logo socava forte, mão no clitóris enquanto me sodomizava. Gozei insano, cu pulsando em volta dele.
“Vou gozar dentro do seu cu, Fernanda. Vou te encher.”
“Goza… me enche!”, implorei.
Ele rugiu e gozou, jatos quentes no meu rabo, pau latejando.
Mas ainda tinha mais. Fodemos no chão do consultório, eu cavalgando de costas, ele me comendo contra o espelho onde os pacientes se olham depois do tratamento – eu vendo minha cara de vadia gozando.
Ele gozou na minha boca no final, eu engolindo tudo, lambendo a cabeça até a última gota.
Saímos do consultório duas horas depois do horário. Eu com jaleco abotoado às pressas, cabelo bagunçado, pernas bambas. Ele com sorriso satisfeito, marcando nova consulta pra semana que vem.
“Próxima vez é check-up completo, doutora.”
Eu anotei na agenda: “Ricardo – tratamento intensivo.”
Agora todo paciente novo me deixa alerta, mas ele é o único que ganha “atendimento VIP” depois do horário. Meu consultório nunca mais foi só pra dentes.