Eu sou a Natália, 28 anos, secretária executiva numa empresa de advocacia no centro. Corpo de quem malha cedo: pernas torneadas, bunda empinada que a saia justa cinza abraça, peitos médios mas arrebitados que o decote da camisa social deixa entrever. Cabelo loiro preso num rabo de cavalo elegante, óculos de grau que me dão cara de séria, mas quem me conhece sabe que por baixo sou fogosa pra caralho.
Naquela segunda-feira, o escritório esvaziou cedo por causa de um feriado prolongado na terça. Eu fiquei pra terminar uns relatórios pro chefe, que tinha viajado. Estava sozinha no andar, luzes baixas, só o brilho da tela do computador e o ar-condicionado gelado fazendo meus mamilos endurecerem debaixo da camisa.
Ouvi o elevador subir. Pensei que era o faxineiro, mas era ele: André, o advogado júnior novo, 30 anos, corpo atlético de quem corre maratonas – alto, ombros largos, abdômen definido aparecendo sutilmente na camisa branca impecável, gravata frouxa, barba bem aparada e olhos verdes que sempre me devoravam quando eu passava com café.
“Natália? Ainda aqui? Achei que era o último a sair”, ele disse, entrando na minha sala com uma pasta na mão.
“Terminando umas coisas. E você, esqueceu algo?”
Ele fechou a porta atrás de si, sorriso malicioso. “Esqueci de te dizer o quanto você me deixa louco todo dia com essa saia.”
O clima pegou fogo na hora. Cheguei perto, ajeitei a gravata dele só pra tocar. “Cuidado, doutor. Aqui é ambiente de trabalho.”
Ele me pegou pela cintura, me prensou contra a mesa grande. “Então me processa por assédio… depois que eu te comer nessa mesa.”
Beijo bruto, língua faminta, mãos dele abrindo minha camisa botão por botão, expondo o sutiã de renda preta. Eu gemi, sentindo o pau dele duro contra minha coxa enquanto abria o cinto dele.
Ele me sentou na mesa, papéis voando pro chão, abriu minha saia até a cintura e arrancou a calcinha com um puxão. Abriu minhas pernas, enfiou a cara na buceta sem aviso, língua grossa lambendo tudo, chupando o clitóris com pressão.
“Caralho, que buceta gostosa… sempre imaginei esse gosto”, ele murmurou, dois dedos entrando e saindo rápido.
Eu segurava a cabeça dele, rebolando na boca. “Chupa mais forte, André! Me faz gozar na mesa do chefe!”
Ele sugava como louco, dedos fodendo fundo. Gozei forte, pernas tremendo na mesa, jorrando na cara dele.
Ele subiu, pau já pra fora – grosso, reto, cabeça brilhando de tesão. Esfregou na entrada, me provocando. “Quer que eu meta sem camisinha, Natália? Quero te sentir pelada.”
“Quero… mete tudo, me fode como a secretária safada que eu sou.”
Ele entrou de uma vez, fundo, me preenchendo toda. Começou a socar forte, mesa rangendo, teclado caindo no chão. Uma mão no meu pescoço de leve, outra apertando meu peito por fora do sutiã.
“Toma pau, sua vadia do escritório! Toma enquanto pensa no chefe.”
Eu arranhava as costas dele, pedindo mais. Gozei de novo, buceta apertando ele, gritando abafado.
Me virou de bruços na mesa, empinou minha bunda e meteu de novo, batendo com violência. Batia na bunda com tapas fortes, deixando marcas vermelhas na pele clara.
“Toma tapa, secretária puta! Essa bunda é minha agora.”
Gozei mais uma vez, corpo convulsionando na mesa.
Ele me puxou pro sofá da sala de espera, me colocou de quatro no braço do sofá, meteu fundo de novo. Eu rebolava contra ele, olhando pro reflexo na janela escura – via nós dois fodendo como animais no escritório vazio.
“Vou gozar dentro, Natália. Vou te encher de porra pra você trabalhar amanhã sentindo eu escorrendo.”
“Goza… me enche todo!”, implorei.
Ele rugiu e gozou, jatos quentes e grossos me inundando, pau pulsando dentro de mim.
Mas eu queria dominar também. Empurrei ele pro chão acarpetado, montei de frente, quicando forte, peitos pulando livres depois que tirei o sutiã. Rebolava girando, mão no clitóris.
“Cavalga, doutor… agora quem manda sou eu.”
Ele apertava minha bunda, ajudando a quicar, gemendo meu nome. Endureceu de novo dentro de mim, misturado com a porra.
Fodemos contra a janela de vidro, eu de frente pro prédio vazio do lado, ele me comendo por trás, peitos pressionados no vidro frio. O risco de alguém ver de outro prédio me deixava louca – gozei gritando.
Ele quis meu cu. “Deixa eu te arrombar atrás, Natália? Quero te sentir toda.”
Eu empinei contra a mesa de novo. “Mete… me arromba o cu no escritório.”
Ele lubrificou com cuspe e a porra que escorria, entrou devagar mas logo socava forte, mão no meu clitóris enquanto me sodomizava. Gozei insano, cu apertando ele, corpo tremendo.
Ele gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez, gemendo rouco.
Passamos horas ali – eu chupando ele na cadeira do chefe, ele me comendo na copiadora, eu cavalgando no chão até ele gozar na minha cara e nos peitos.
Saímos do prédio de manhã cedo, eu com roupa amassada, cabelo bagunçado, pernas bambas, porra seca nas coxas. Ele com gravata torta e sorriso satisfeito.
No elevador, ele sussurrou: “Toda segunda depois do expediente eu esqueço algo aqui. Me espera.”
Eu respondi apertando o pau dele por cima da calça: “Vou deixar a porta aberta… e a calcinha na gaveta.”
Agora o escritório virou nosso playground particular. Relatórios? Fazemos depois de gozar umas três vezes.