Eu sou a Gabriela, 24 anos, designer gráfica que pega trem todo dia pra ir pro trabalho no centro. Corpo pequeno mas cheio de fogo: 1,62m, peitos grandes e naturais que o top justo marca, cintura fina de quem faz pilates, bunda redonda e empinada que o leggings cinza abraça como segunda pele. Cabelo preto cacheado solto nos ombros, piercing no nariz, tatuagem discreta na nuca – carinha de artista que todo mundo olha no vagão.
Naquela manhã de terça, o trem estava absurdamente lotado por causa de uma greve de ônibus. Eu entrei apertada no meio do vagão, mal dava pra mexer os braços. Vestia um cropped preto mostrando a barriga, leggings alta compressão, tênis branco. O balanço do trem me encostava em todo mundo, suor coletivo no ar quente.
De repente senti um corpo grande atrás de mim. Olhei de canto no reflexo da janela e era ele: um cara desconhecido, uns 32 anos, operário pela roupa – macacão jeans sujo de graxa, camiseta regata branca colada no peito largo e musculoso, braços tatuados e fortes me cercando sem querer. Barba cheia, cabelo curto, cheiro de trabalho e homem que me deu um calor instantâneo.
O trem balançou forte numa curva, ele se encostou mais. Senti o pau dele endurecer rápido contra minha bunda. Não recuei. Pelo contrário, empinei devagar, sentindo ele crescer mais.
Ele percebeu. Mão discreta desceu pela minha cintura, entrou por baixo do cropped, apertou minha barriga e subiu até o peito, torcendo o mamilo por cima do top. Eu mordi o lábio, olhando pros lados – ninguém via, todo mundo no celular ou dormindo em pé.
Ele baixou a outra mão, entrou pela cintura da leggings, encontrou a buceta sem calcinha – eu adoro ir assim pra sentir o tecido roçando. Dedos grossos e calejados abriram os lábios, enfiou um devagar, depois dois, me fodendo com a mão ali no trem lotado.
Eu segurava a barra de apoio com força, cara virada pro vidro, gemendo baixinho disfarçando de suspiro. Ele bombeava devagar mas fundo, polegar circulando o clitóris. Gozei rápido, pernas tremendo, apertando os dedos dele dentro de mim, tesão escorrendo pela coxa.
Ele tirou a mão, levou à boca e chupou meu gosto discretamente. Aí abriu o zíper do macacão com uma mão só, tirou o pau pra fora – grosso, quente, cabeçudo roçando minha leggings. Baixou o tecido da minha bunda só o necessário, cuspiu na mão, passou na cabeça e me penetrou devagar, aproveitando o balanço do trem pra entrar mais fundo.
Quando sentou tudo, começou a socar discreto – movimento pequeno mas ritmado, cada curva ajudando a bater no fundo. Uma mão na minha cintura me segurando firme, a outra apertando meu peito por baixo do cropped.
Eu rebolava de leve contra ele, sentindo o pau me rasgar no meio do vagão. O barulho dos trilhos abafava tudo. O risco de alguém perceber me deixava insana de tesão.
“Vai quietinha, safada… toma pau no trem lotado”, ele sussurrou rouco no meu ouvido, mordendo de leve a orelha.
Gozei de novo, mordendo o braço pra não gemer alto, buceta pulsando em volta dele. Ele acelerou o ritmo discreto, respirando pesado no meu pescoço.
“Vou gozar dentro… vai descer no ponto cheia de porra.”
“Goza… me enche”, sussurrei de volta, empinando mais.
Ele segurou firme e gozou, jatos quentes me inundando, pau latejando dentro de mim. Senti cada pulsada, quente escorrendo pela perna quando ele saiu devagar.
Ajeitamos as roupas rápido. Ele desceu dois pontos depois, me olhando com um sorriso safado antes da porta fechar. Eu fiquei ali, pernas bambas, porra escorrendo devagar pela coxa dentro da leggings, cheiro de sexo misturado com o suor do vagão.
No dia seguinte, peguei o mesmo trem no mesmo horário. Ele estava lá de novo, no mesmo lugar, me esperando. Dessa vez o trem estava um pouco menos lotado. Mal a porta fechou, ele já me prensou contra a parede do fundo, mão dentro da saia curta que eu usei de propósito.
Me comeu ali mesmo de pé, eu com uma perna erguida no corrimão baixo, ele socando forte mas discreto. Gozei duas vezes antes do meu ponto.
Virou vício diário. Toda manhã a gente se encontra no mesmo vagão. Às vezes ele traz um colega – eu chupo um enquanto o outro me come por trás, mão tampando minha boca, eu gozando abafado no ombro deles.
Nunca trocamos nome, só pau, porra e olhares no reflexo da janela. Meu trajeto pro trabalho nunca mais foi chato – agora é o melhor momento do dia.