Eu sou a Carla, 26 anos, recém-separada, moro num condomínio de luxo no bairro chique. Corpo em forma de quem treina todo dia pra esquecer o ex: coxas grossas e firmes, bunda durinha que a legging rosa neon destaca, abdômen trincado, peitos médios empinados no top esportivo. Cabelo castanho preso num rabo alto, suor natural brilhando na pele, sem maquiagem – gosto de me sentir crua, selvagem.
Naquela noite de quinta, quase meia-noite, desci pra academia do condomínio pra descarregar o estresse. O lugar estava vazio, só a luz baixa das máquinas e o som da minha playlist pesada nos fones. Vestia top cropped e legging alta, tênis de corrida. Comecei no supino, depois agachamento livre, suando pra caralho, gemendo baixinho a cada repetição pesada.
Ouvi a porta abrir. Pensei que era o zelador, mas era ele: Vinicius, o personal trainer que dá aula pros moradores ricos. 29 anos, corpo de deus grego – alto, músculos definidos sem exagero, pele morena brilhando, tatuagens nos braços e peito aparecendo pela regata preta justa, short de treino marcando o volume. Sempre me olhava demais nas aulas coletivas, e eu retribuía, porque aquele homem era puro tesão.
“Treinando tarde, Carla? Sozinha aqui é perigoso…”, ele disse baixo, fechando a porta atrás de si, sorriso perigoso nos lábios.
Eu parei o agachamento, ofegante, suor escorrendo pelo decote. “Perigoso por quê? Você veio me salvar?”
Ele se aproximou devagar, olhos devorando meu corpo suado. “Vim te ajudar a suar de verdade.”
Não teve mais conversa. Ele me pegou pela cintura, me prensou contra a parede de espelhos da academia. Beijo quente, urgente, língua brigando, gosto de suor e desejo. Mãos dele subindo pelo meu top, apertando meus peitos com força, torcendo os mamilos já duros do frio do ar-condicionado.
“Caralho, Carla… essa bunda me deixa louco toda aula”, ele rosnou, mordendo meu pescoço enquanto uma mão descia pra dentro da legging, encontrando a buceta já encharcada.
Enfiou dois dedos grossos de uma vez, me fodendo contra o espelho. Eu gemi alto, vendo nosso reflexo: eu de pernas abertas, ele me dominando.
“Me fode logo, Vinicius. Quero você agora, aqui.”
Ele riu gutural, virou meu corpo de frente pro espelho, baixou minha legging até os joelhos com um puxão. Cuspiu na mão, passou no pau que já tinha tirado do short – enorme, grosso, latejando na luz baixa.
Esfregou na entrada, me provocando. “Olha no espelho enquanto eu te como, Carla. Olha essa cara de vadia.”
Entrou forte, fundo, me rasgando. Comecei a socar violento, espelho embaçando com nosso bafo, meu corpo batendo contra o vidro a cada estocada. Uma mão puxando meu rabo de cavalo, outra batendo na bunda – tapas fortes que ecoavam na academia vazia.
“Toma pau, sua aluna safada! Toma enquanto finge que tá treinando.”
Eu empinava mais, pedindo mais forte, gemendo alto sem me importar com câmeras. Gozei rápido, pernas tremendo, buceta apertando ele com força, reflexo mostrando minha cara de prazer puro.
Ele me puxou pro banco de supino, me deitou de costas, pernas nos ombros dele. Meteu de novo, socando fundo, barra de peso balançando ao lado. Eu arranhava o peito dele, tirando a regata, sentindo os músculos duros.
“Mais forte! Me usa, Vinicius!”
Gozei de novo, gritando o nome dele, jorrando no banco.
Ele me virou de quatro no colchonete de chão, empinou minha bunda e meteu de novo, batendo com tudo. Uma mão no meu pescoço de leve, outra batendo na bunda até deixar vermelho.
“Toma tapa, sua separada tarada! Essa buceta é minha agora.”
Gozei mais uma vez, corpo convulsionando no chão.
Quis meu cu. “Deixa eu te arrombar atrás, Carla? Quero te sentir toda.”
Eu empinei mais, saliva dele lubrificando. “Mete… me arromba o cu na academia.”
Entrou devagar, mas logo socava forte, dedos no clitóris enquanto me sodomizava. Gozei insano, cu pulsando em volta dele, quase desmaiando de prazer.
“Vou gozar dentro do seu cu… vou te encher.”
“Goza… me enche todo!”, implorei.
Ele rugiu e gozou, jatos quentes no meu rabo, pau latejando.
Mas eu queria mais. Montei nele no chão, de frente, quicando forte, suor pingando dos meus peitos nos dele. Rebolava girando, sentindo a porra escorrer.
“Cavalga, personal filho da puta… agora eu te uso.”
Ele apertava minha bunda, ajudando a quicar, gemendo rouco. Endureceu de novo dentro de mim.
Fodemos no espelho de corpo inteiro – eu de pé, uma perna erguida, ele me comendo por trás, nós dois vendo cada detalhe. Gozei olhando meu reflexo sendo destruída.
Ele gozou na minha boca no final, eu de joelhos no chão suado, engolindo tudo, lambendo a cabeça até a última gota.
Saímos da academia três horas depois, corpos marcados, roupas amassadas, cheiro de sexo no ar. Eu com legging rasgada na virilha, pernas bambas. Ele com arranhões nas costas.
No elevador, ele sussurrou: “Toda noite depois das 23h eu dou plantão aqui. Vem treinar comigo.”
Eu respondi apertando o pau dele por cima do short: “Vou trazer uma amiga da próxima vez… pra você aguentar duas.”
Agora a academia do condomínio virou nosso playground noturno. Meu ex acha que eu tô superando ele com malhação. Mal sabe que tô superando com pau de verdade.