Tesão no Cinema Escuro

Eu sou a Vanessa, 22 anos, estudante de cinema, viciada em filmes e em adrenalina. Corpo magro mas provocante: 1,67m, peitos pequenos e arrebitados que o top preto justo destaca, cintura fina, pernas longas e bunda durinha que o short jeans curto deixa quase toda à mostra. Cabelo vermelho curto bagunçado, piercing na língua, batom escuro – estilo alternativo que faz os caras virarem a cabeça.

Naquela sexta à noite, fui sozinha pro cinema do shopping ver um terror daqueles bem sangrentos. Sala quase vazia, sessão das 23h, luzes baixas, som alto. Escolhi o fundo, fileira do canto, pra poder esticar as pernas na poltrona da frente. Vestia top cropped, short jeans desfiado, all star surrado, sem sutiã nem calcinha – adoro sentir o ar condicionado gelado na pele.

O filme começou, sala escura total. Uns minutos depois, ouvi alguém sentar duas poltronas ao meu lado. Olhei de canto: ele, um cara que eu não conhecia, uns 30 anos, alto, corpo forte de quem treina funcional – braços definidos na camiseta preta, calça moletom cinza marcando o volume, barba por fazer, tatuagens subindo pelo pescoço. Cheiro de perfume amadeirado misturado com pipoca.

Ele não disfarçou: olhou pra mim, sorriu torto, e foi chegando mais perto, poltrona por poltrona, até sentar do meu lado. O filme estava na parte tensa, todo mundo quieto. Ele colocou a mão na minha coxa devagar, subindo por baixo do short.

Eu abri as pernas sem pensar, sentindo o coração disparar mais que o screamer na tela. Dedos dele tocaram a buceta lisinha, já molhada. Enfiou um dedo devagar, depois dois, me fodendo com a mão enquanto fingíamos ver o filme.

Eu mordi o lábio pra não gemer alto, mão apertando o braço da poltrona. Ele bombeava devagar, polegar circulando o clitóris. Gozei rápido, corpo tremendo na poltrona, tesão escorrendo no assento de couro.

Ele tirou a mão, chupou os dedos olhando pra mim. Aí abriu o moletom devagar, tirou o pau pra fora – grosso, curvado, cabeça brilhando na luz fraca da tela. Segurei na hora, punhetando devagar enquanto ele voltava a me tocar.

Desci a cabeça discretamente, engoli o pau no escuro, chupando devagar, língua brincando na cabeça, piercing roçando as veias. Ele segurava meu cabelo, guiando a boca, gemendo baixinho disfarçando de tosse.

“Boquete de putinha no cinema… chupa gostoso, vai”, ele sussurrou rouco.

Eu chupei mais fundo, babando, garganta profunda até engasgar levemente. O filme estava no clímax, gritos na tela abafando tudo.

Ele me puxou pra cima, me sentou no colo dele de costas, short abaixado só o necessário. Esfreguei a buceta no pau, desci devagar, sentindo ele me abrir toda. Comecei a cavalgar discreto, rebolando devagar, aproveitando o balanço natural do corpo no filme tenso.

Poltrona rangendo baixinho, eu quicando devagar mas fundo, mão tampando a própria boca. Ele apertava meus peitos por baixo do cropped, torcendo os mamilos.

“Rebola, safada… cavalga esse pau enquanto todo mundo vê filme.”

Gozei de novo, corpo convulsionando no colo dele, buceta apertando forte.

Ele segurou minha cintura, socou pra cima algumas vezes mais fortes, gemendo abafado no meu pescoço. “Vou gozar dentro… vou te encher no cinema.”

“Goza… me enche todo”, sussurrei, rebolando mais.

Ele gozou rugindo baixo, jatos quentes me inundando, pau pulsando dentro de mim.

Ficamos ali, eu ainda sentada no pau dele amolecendo, porra escorrendo. O filme acabou, luzes acenderam devagar. Ajeitamos as roupas rápido – eu com short melado, pernas bambas. Saímos separados, mas no corredor ele me encostou na parede do banheiro vazio.

Me jogou dentro de uma cabine, trancou, me virou de costas e meteu de novo, socando forte contra a porta. Curto e bruto – gozei rápido, ele gozou na minha bunda, melando o short.

Depois fomos pro estacionamento. No carro dele, banco reclinado, eu cavalguei de frente, luzes do shopping iluminando nossos corpos suados. Ele chupou meus peitos, mordendo forte, eu rebolando até gozar mais duas vezes.

Ele quis meu cu. “Deixa eu meter atrás, Vanessa? Quero te arrombar no carro.”

Eu empinei no banco, short abaixado. “Mete… me arromba o cu depois do cinema.”

Ele cuspiu, entrou devagar mas logo socava forte, mão no clitóris. Gozei gritando, cu apertando ele. Ele gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez.

Saímos do carro exaustos, corpos marcados, cheiro de sexo forte. Ele anotou meu número no celular com a mão ainda tremendo.

“Toda sexta tem sessão da meia-noite. Te encontro na última fileira.”

Eu sorri, pernas bambas, porra escorrendo pela coxa: “Chego cedo pra escolher o lugar… e pra te chupar antes do trailer.”

Agora cinema virou programa semanal. Filme? Nem lembro mais da trama. Só lembro do pau dele me destruindo no escuro.

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