Eu sou a Rafaela, 27 anos, promoter de eventos, vivo a noite inteira. Corpo escultural de quem dança até amanhecer: coxas grossas, bunda grande e empinada que o vestido preto coladíssimo mal cobre, peitos fartos no decote profundo, cintura fina marcada. Cabelo preto liso até a metade das costas, batom vermelho sangue, salto alto que me faz rebolar ainda mais. Cheiro de perfume caro e bebida no corpo – sou o tipo que todo mundo quer, mas poucos pegam.
Naquele sábado, o bar mais badalado da cidade estava explodindo de gente. Eu estava trabalhando, circulando com as amigas, bebendo de graça, dançando no balcão pra animar a galera. O vestido curto subia a cada rebolada, flashes de celular me filmando, mas eu adoro ser o centro das atenções.
Foi quando vi ele no canto do balcão: Gustavo, 33 anos, empresário que eu já tinha cruzado em outras festas. Corpo grande e forte – alto, ombros largos de academia pesada, braços tatuados marcando a camisa preta aberta, calça escura esticada nas coxas, barba bem feita e olhos que me fodia só de olhar. Sempre rolava flerte, mas nunca tinha acontecido nada.
Ele me chamou com o dedo, pediu um drink pra mim. Cheguei perto, corpo colando no dele no meio da multidão. “Tá gostosa hoje, Rafaela. Esse vestido tá pedindo pra ser rasgado.”
Eu ri, cheguei no ouvido dele. “Então rasga, se tiver coragem.”
Não demorou. Ele pegou minha mão e me puxou pro corredor dos banheiros, lotado de gente na fila, mas ele abriu caminho com o ombro. Entramos no banheiro masculino – três cabines, pia grande, espelho embaçado de vapor e cheiro de bebida. Trancou a porta principal com o trinco que só os funcionários usam.
Mal a porta fechou, ele me prensou contra a pia, beijo bruto, dentes mordendo meu lábio, língua invadindo enquanto mãos subiam o vestido até a cintura. Apertei o pau dele por cima da calça – já duro como pedra, grosso pra caralho.
“Quero te comer aqui mesmo, Rafaela. Com essa música alta e a galera do lado de fora.”
Eu gemi, abrindo o zíper dele. “Me come forte, Gustavo. Me faz gozar no banheiro do bar.”
Ele arrancou minha calcinha de renda com um rasgo, jogou no chão. Me virou de frente pro espelho embaçado, empinou minha bunda e cuspiu na mão, passando no pau enorme. Entrou de uma vez, fundo, me rasgando. Começou a socar violento, pia rangendo, espelho tremendo.
Eu via nosso reflexo borrado: eu de vestido levantado, peitos quase pulando fora, cara de vadia sendo comida. Ele puxando meu cabelo, batendo na bunda com tapas fortes que ecoavam no azulejo.
“Toma pau, sua promoter safada! Toma enquanto promove a festa lá fora.”
Gozei rápido, pernas tremendo no salto, buceta apertando ele, gritando abafado na mão que ele tampou minha boca.
Alguém bateu na porta, mas ele não parou – socava mais forte, rindo baixo. “Quieta, vadia… deixa eles esperarem.”
Me virou de frente, me sentou na pia fria, abriu minhas pernas e meteu de novo, fundo, olhando nos olhos. Peitos pulando livres depois que ele baixou o decote, chupando um mamilo enquanto socava.
“Goza pra mim de novo, Rafaela. Goza no pau enquanto a fila cresce lá fora.”
Gozei mais forte, jorrando na pia, corpo convulsionando.
Ele me colocou de joelhos no chão sujo, pau latejando na minha cara. Engoli tudo, babando, piercing na língua roçando a cabeça, garganta profunda até engasgar.
“Boquete de puta de bar… vai engolir tudo?”
Ele fodia minha boca forte, segurando minha cabeça. Gozou na garganta, jatos quentes e grossos que eu engoli sem perder gota.
Mas eu queria mais. Levantei, montei nele encostado na porta, pernas enroladas na cintura. Rebolava forte, quicando no pau que endureceu de novo rápido. O trinco tremia com as batidas do lado de fora.
“Cavalga, Rafaela… cavalga até eu te encher de novo.”
Gozei cavalgando, rebolando girando, peitos na cara dele.
Ele me virou de costas de novo, empinou contra a porta e quis meu cu. “Deixa eu meter atrás? Quero te arrombar toda aqui.”
“Mete… me arromba o cu no banheiro lotado.”
Cuspiu, lubrificou com porra que escorria, entrou devagar mas logo socava forte, mão no clitóris. Gozei gritando abafado na porta, cu apertando ele insano.
“Vou gozar no seu cu… toma porra quente, vadia.”
Gozei com ele, sentindo jatos no meu rabo.
Saímos do banheiro meia hora depois – eu com vestido amassado, batom borrado, cabelo bagunçado, pernas bambas, porra escorrendo pelas coxas. A fila aplaudiu ironicamente quando passamos, mas eu só sorri como rainha.
Voltamos pro balcão, ele pediu mais drinks. O resto da noite foi ele me tocando por baixo do vestido na pista de dança, dedos me fodendo enquanto eu rebolava na multidão.
No final, fomos pro carro dele no valet. Banco traseiro reclinado, fodemos mais duas horas – eu cavalgando até o sol nascer, ele gozando nos peitos, na boca, dentro de novo.
Ele salvou meu número como “Promoter Safada”. Mandou mensagem no dia seguinte: “Sábado que vem eu reservo o banheiro VIP. Traga uma amiga.”
Eu respondi com vídeo rebolando no espelho do bar: “Trago duas. Prepara esse pau.”
Agora todo sábado o bar tem um motivo extra pra bombar. Eu trabalho, mas o pagamento extra vem em pau e porra no banheiro.