Tesão na Praia de Nudismo

Eu sou a Talita, 24 anos, influencer de viagens e lifestyle, corpo feito pra biquíni (ou pra nada): pele morena dourada o ano todo, peitos naturais médios e empinados, cintura fina de ioga, bunda redonda e durinha que meus seguidores piram nas fotos de costas. Cabelo cacheado solto até os ombros, tatuagens delicadas nas costelas e na coxa, sempre com óleo bronzeador brilhando na pele.

Decidi passar o fim de semana numa praia de nudismo escondida no litoral sul, pra descansar e fazer conteúdo “lifestyle natural”. Cheguei cedo, estendi a canga na areia branca, tirei o biquíni minúsculo e fiquei completamente pelada, sentindo o sol e o vento no corpo todo. Mamilos endurecendo com a brisa, buceta lisinha exposta sem pudor nenhum – adoro a sensação de liberdade.

A praia estava tranquila, poucas pessoas espalhadas. Estava deitada de bruços, tirando selfie discreta, quando senti alguém se aproximar. Levantei o olhar e era ele: Thiago, uns 31 anos, surfista local que eu já tinha visto em stories de amigos. Corpo bronzeado e esculpido pelo mar – alto, abdômen trincado, braços fortes, pernas poderosas, pau grande e grosso pendurado naturalmente entre as pernas, já meio endurecido só de me olhar. Cabelo molhado, barba salgada, sorriso de quem sabe o efeito que causa.

“Talita? Te sigo no Insta… aqui ao vivo é ainda melhor”, ele disse baixo, sentando na canga ao meu lado sem pedir licença.

Eu sorri, virando de lado pra ele ver tudo. “Gostou da versão sem filtro?”

Ele riu, pau endurecendo visivelmente. “Gostei tanto que já tô ficando sem educação.”

O papo fluiu rápido, mas o tesão era imediato. Ele passou óleo nas minhas costas “pra ajudar”, mãos grandes massageando devagar, descendo até a bunda, apertando com força. Eu gemi baixinho, abrindo as pernas de leve pra ele ver a buceta já brilhando de tesão.

“Quer passar na frente também?”, perguntei, virando de costas, peitos pro sol, pernas abertas sem vergonha.

Ele não respondeu com palavras. Deitou ao meu lado, mão direto na buceta, dedos abrindo os lábios, circulando o clitóris devagar. Eu rebolava na mão dele, olhando pros lados – tinha um casal longe olhando, mas isso só me deixou mais molhada.

Enfiou dois dedos grossos de uma vez, me fodendo devagar enquanto chupava meu mamilo duro. “Caralho, Talita… você tá encharcada. Quer pau aqui na praia mesmo?”

“Quero… me come agora, Thiago. Quero sentir você com todo mundo podendo ver.”

Ele se posicionou entre minhas pernas, pau enorme latejando na minha barriga. Esfregou a cabeça na entrada, me provocando. “Pede, influencinha safada.”

“Mete tudo… me fode forte na praia de nudismo.”

Ele entrou devagar no começo, me abrindo toda, depois socou fundo de uma vez. Começou a meter ritmado, areia grudando nos nossos corpos suados, som de pele contra pele misturado com as ondas.

Eu gritava sem me importar, pernas enroladas na cintura dele, unhas nas costas. “Mais forte! Me usa como sua puta na areia!”

Ele socava violento, peitos balançando, um mão no meu pescoço de leve, outra apertando minha bunda. Gozei forte, buceta apertando ele, jorrando na canga.

Ele não parou, continuou fodendo fundo, suor pingando no meu peito. O casal ao longe agora assistia descarado, e isso me fez gozar de novo só de excitação.

Me virou de quatro na canga, empinou minha bunda pro mar, meteu de novo batendo até o talo. Batia na bunda com tapas fortes, deixando vermelho na pele bronzeada.

“Toma tapa, sua exibida! Toma pau enquanto todo mundo vê essa bunda rebolar.”

Gozei mais uma vez, gritando alto, corpo tremendo na areia.

Ele quis meu cu. “Deixa eu te comer atrás, Talita? Quero te arrombar com o mar de testemunha.”

Eu empinei mais, óleo bronzeador escorrendo. “Mete… me arromba o cu na praia.”

Ele cuspiu, lubrificou com os dedos e a porra que já escorria da buceta, entrou devagar mas logo socava forte, mão no clitóris. Gozei insano, cu apertando ele, quase desmaiando na canga.

“Vou gozar no seu cu… toma porra quente, influencinha.”

Gozei junto, sentindo jatos grossos me enchendo por trás.

Ficamos ali ofegantes, ele ainda dentro de mim, corpos sujos de areia e sexo. Depois entramos no mar pra “lavar”, mas lá na água até a cintura ele me comeu de novo – eu de frente, pernas na cintura, ondas batendo enquanto ele socava e eu gozava olhando o horizonte.

Ele gozou dentro da buceta dessa vez, me enchendo mais uma vez com o mar ao redor.

Passamos o dia inteiro ali – fodendo na areia, no mar, eu cavalgando ele de costas pro sol, ele me comendo contra uma pedra lisa, eu chupando o pau até engolir porra com gosto de sal.

Quando o sol se pôs, estávamos destruídos: corpos marcados de areia, mordidas, tapas, porra seca na pele. Ele salvou meu número como “Nudismo Safada”.

“Volto todo fim de semana aqui. Me avisa quando vier fazer conteúdo.”

Eu sorri, pernas ainda tremendo, buceta e cu latejando: “Conteúdo agora é com você dentro. Traga uma prancha pra eu apoiar na próxima.”

Agora praia de nudismo tem data marcada no meu calendário. Meus seguidores acham que é pra fotos sensuais. Mal sabem que é pra ser comida o dia inteiro na areia.

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