Encontro Proibido no Casamento

Eu sou a Bianca, 28 anos, dama de honra da minha melhor amiga no casamento dela. Corpo de quem vive na academia pra compensar a vida estressante: 1,65m, peitos siliconados grandes e empinados que o vestido rosa justo mal segurava no decote, cintura fina, bunda carnuda e redonda que o tecido brilhante marcava a cada passo de salto. Cabelo ruivo ondulado preso num penteado elegante, maquiagem smokey eyes, batom nude – linda, mas com cara de quem tá louca por uma foda boa.

O casamento era numa fazenda chique, cerimônia ao ar livre, festa bombando na tenda enorme com DJ, open bar e luzes piscando. Eu estava dançando com as amigas, suada, bebida subindo, quando cruzei com ele: Rodrigo, 34 anos, padrinho do noivo e ex-namorado da noiva há anos atrás. Corpo de homem que cuida – alto, ombros largos, peito musculoso na camisa social branca aberta no colarinho, gravata frouxa, calça preta marcando o pau, barba curta e olhos que sempre me olharam com desejo nas poucas vezes que nos vimos.

Ele me puxou pra dançar colado, mãos na minha cintura, pau endurecendo contra minha barriga a cada rebolada. “Você tá perigosa nesse vestido, Bianca. Tá pedindo pra ser comida no casamento da sua amiga.”

Eu ri no ouvido dele, roçando de propósito. “Então me come, Rodrigo. Quero ser fodida enquanto os noivos dançam a valsa.”

Não esperamos o bolo ser cortado. Ele me puxou pra fora da tenda, pro jardim escuro atrás da fazenda, cheiro de grama e flores noturnas. Me prensou contra uma árvore grossa, beijo bruto, dentes mordendo meu lábio, mãos subindo o vestido até a cintura, descobrindo que eu não usava calcinha.

“Caralho, Bianca… veio sem nada pra facilitar pros padrinhos?”

Eu gemi, abrindo a calça dele rápido. Pau grosso e quente saltando na minha mão. “Facilitar pra você. Me fode agora, forte.”

Ele me virou de costas, encostada na árvore áspera, levantou o vestido e cuspiu na mão, passando na cabeça. Entrou de uma vez, fundo, me rasgando. Começou a socar violento, casca da árvore roçando minhas costas, música abafada ao longe.

Uma mão tampando minha boca, outra apertando meu peito por cima do decote, tirando um peito pra fora e torcendo o mamilo. “Quieta, vadia… quer que os noivos ouçam a dama de honra levando pau?”

Eu empinava mais, rebolando contra ele, gozando rápido, pernas tremendo no salto, buceta apertando forte.

Ele não parou, socava mais fundo, suor pingando na minha nuca. Me virou de frente, me ergueu no colo – pernas enroladas na cintura dele, vestido amassado na cintura – e meteu de novo, socando pra cima enquanto eu mordia o ombro dele pra abafar os gemidos.

“Toma pau, Bianca… toma do padrinho enquanto a noiva dança com o marido.”

Gozei de novo, arranhando o pescoço dele, jorrando na coxa.

Me colocou de joelhos na grama úmida, pau latejando na minha cara. Engoli tudo, babando, batom borrando, garganta profunda até engasgar, olhando pra ele com olhos de safada.

“Boquete de dama de honra puta… vai engolir tudo?”

Ele fodia minha boca forte, segurando meu penteado, desfazendo tudo. Gozou na garganta, jatos quentes que eu engoli sem perder gota.

Mas a noite era longa. Voltamos pra festa separados, eu com vestido amassado, batom retocado às pressas. Durante o buquê, ele me mandou mensagem: “Celeiro ao lado. Agora.”

Fui correndo, salto afundando na grama. O celeiro escuro, cheiro de feno e madeira. Ele já me esperava, calça aberta, pau duro de novo. Me jogou no monte de feno alto, abriu minhas pernas e chupou a buceta melada de porra dele mesmo, língua grossa me invadindo, sugando o clitóris até eu gozar na boca dele duas vezes, gritando abafado no feno.

Me colocou de quatro no feno macio, empinou minha bunda e meteu fundo, socando como animal. Batia na bunda com tapas fortes, deixando vermelho no tecido do vestido levantado.

“Toma tapa, sua safada do casamento! Essa bunda merece.”

Gozei mais uma vez, corpo convulsionando no feno.

Quis meu cu. “Deixa eu te comer atrás, Bianca? Quero te arrombar no celeiro enquanto a festa rola.”

Eu empinei mais, feno grudando na pele suada. “Mete… me arromba o cu na festa da minha amiga.”

Cuspiu, lubrificou com porra que escorria, entrou devagar mas logo socava forte, mão no clitóris. Gozei insano, cu apertando ele, quase desmaiando.

“Vou gozar no seu cu… toma porra quente, vadia.”

Gozei junto, sentindo jatos grossos me enchendo por trás.

Passamos mais tempo ali – eu cavalgando ele no feno, vestido rasgado no decote, peitos pulando livres, rebolando até ele endurecer de novo, ele me comendo contra a porta do celeiro, eu chupando até ele gozar nos peitos e no rosto.

Voltamos pra festa sujos de feno, eu com cabelo bagunçado, vestido marcado, pernas bambas, porra escorrendo pelas coxas. Dançamos a última dança colados, ele me tocando por baixo do vestido enquanto os noivos se despediam.

No carro dele, na saída da fazenda, fodemos mais uma vez no banco traseiro – curto e bruto, ele gozando dentro de novo enquanto eu gozava mordendo o banco.

Ele salvou meu número como “Dama de Honra Safada”. Mandou mensagem no dia seguinte: “Próximo casamento que a gente coincidir, eu te como na igreja.”

Eu respondi com foto da bunda marcada de tapas no espelho do hotel: “Mal posso esperar. Traga a gravata pra me amarrar.”

Agora todo convite de casamento eu aceito com entusiasmo extra. Quem sabe quem vai ser o próximo padrinho a me destruir enquanto os noivos dizem “sim”.

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