Desejo no Hotel de Luxo

Eu sou a Patrícia, 30 anos, executiva de uma multinacional, sempre impecável em reuniões: tailleur justo marcando as curvas, salto alto, cabelo castanho escuro num coque perfeito, maquiagem discreta. Corpo de mulher poderosa – 1,70m, peitos grandes e firmes que o sutiã de renda segura, cintura fina de corrida matinal, bunda redonda e pernas longas que todo mundo nota quando passo pelo saguão.

Estava numa viagem de negócios numa cidade grande, hospedada num hotel 5 estrelas. Depois de um dia inteiro de reuniões chatas, subi pro quarto cansada, mas com o corpo pedindo algo mais. Tomei um banho quente, vesti só um robe branco do hotel, curto e macio, sem nada por baixo, e desci pro bar do rooftop pra tomar um drink sozinha.

O bar estava quase vazio, vista incrível da cidade iluminada. Sentei no balcão, pedi um negroni. Foi quando ele chegou: Leonardo, uns 35 anos, hóspede também, pelo que vi no crachá do quarto que ele deixou no balcão. Corpo de executivo que cuida: alto, ombros largos, camisa social branca aberta no colarinho mostrando peito definido, calça sob medida marcando o pau, barba curta e olhos que me comeram no segundo que me viram.

Conversamos casualmente – negócios, viagens, solidão de hotel. Mas o ar estava carregado. Ele elogiou meu robe “acidentalmente” aberto, mostrando o decote. Eu ri, cruzei as pernas devagar, deixando o robe subir na coxa.

Não demorou pra ele pagar a conta e dizer: “Meu quarto tem vista melhor. Quer ver?”

Subimos no elevador particular do rooftop. Mal a porta fechou, ele me prensou na parede espelhada, beijo urgente, mãos abrindo meu robe de uma vez. Peitos livres, ele chupou um mamilo imediatamente, mordendo forte enquanto a outra mão descia entre minhas pernas, encontrando a buceta já molhada.

“Caralho, Patrícia… você tá pelada embaixo desse robe? Tá pedindo pra ser comida desde o bar.”

Eu gemi, abrindo a calça dele, pau saltando grosso e duro na minha mão. “Me come logo, Leonardo. Quero ser fodida nesse hotel como uma puta.”

O elevador abriu direto na suíte dele – quarto enorme, cama king, janelona com vista pra cidade. Ele me carregou no colo, jogou na cama macia, abriu minhas pernas e enfiou a cara na buceta, língua grossa lambendo tudo, sugando o clitóris com pressão, dedos grossos me fodendo fundo.

Eu gritava alto, segurando a cabeceira, pernas nos ombros dele. “Chupa mais forte! Me faz gozar na sua boca!”

Ele sugava como louco, barba arranhando as coxas. Gozei forte, jorrando na cara dele, corpo arqueando na cama cara.

Ele subiu, pau na mão, esfregando na entrada. “Sem camisinha, Patrícia? Quero te sentir pelada.”

“Sem… mete tudo, me enche.”

Entrou de uma vez, fundo, me rasgando gostoso. Começou a socar forte, cama rangendo, cabeceira batendo na parede. Uma mão no meu pescoço de leve, outra torcendo um mamilo.

“Toma pau, sua executiva safada! Toma enquanto finge que é toda séria nas reuniões.”

Eu arranhava o peito dele, pedindo mais forte, gozando de novo, buceta apertando ele com força.

Me virou de quatro, empinou minha bunda pro alto, vista da cidade atrás. Meteu de novo, batendo com violência, bolas pesadas batendo no clitóris. Batia na bunda com tapas fortes, deixando vermelho.

“Toma tapa, vadia! Essa bunda é minha hoje.”

Gozei mais uma vez, gritando pro vidro, corpo convulsionando.

Ele me puxou pra janelona, me encostou no vidro frio, peitos pressionados contra a cidade lá embaixo. Me comeu por trás ali, socando fundo, mão puxando meu cabelo pra eu ver a vista enquanto era fodida.

“O mundo lá embaixo nem imagina a executiva levando pau no hotel.”

Gozei olhando as luzes, pernas tremendo no salto que eu ainda usava.

Quis meu cu. “Deixa eu te comer atrás, Patrícia? Quero te arrombar com essa vista.”

Eu empinei contra o vidro, cidade assistindo. “Mete… me arromba o cu nesse quarto de luxo.”

Ele cuspiu, lubrificou com porra que escorria, entrou devagar mas logo socava forte, dedos no clitóris. Gozei insano, cu apertando ele, quase desmaiando contra o vidro.

“Vou gozar no seu cu… toma porra quente.”

Gozei com ele, sentindo jatos no meu rabo.

Passamos a noite toda – eu cavalgando ele na poltrona de couro, rebolando até ele endurecer de novo, ele me comendo no chuveiro de mármore, água quente caindo enquanto eu gozava de pé.

Ele gozou na minha boca no sofá, eu engolindo tudo, depois nos peitos contra o espelho do banheiro, porra escorrendo enquanto eu me olhava destruída.

De manhã, serviço de quarto bateu na porta. Eu atendi de robe aberto, porra seca nos peitos, camareira fingindo que não viu nada.

Ele marcou meu número como “Executiva do Rooftop”. Mandou mensagem na volta: “Próxima viagem de negócios nessa cidade, reservo a mesma suíte. Traga o robe.”

Eu respondi com foto da buceta inchada no avião: “Já marquei a próxima reunião aqui. Prepara o pau.”

Agora viagens de trabalho têm um item obrigatório na agenda: ser comida até não aguentar andar na reunião do dia seguinte.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *