Encontro Selvagem na Floresta

Era uma tarde quente de verão, e eu, Ana, decidi sair para uma caminhada na floresta perto da minha casa. Sempre fui uma garota comum, 25 anos, corpo curvilíneo, cabelos castanhos bagunçados e um sorriso tímido. Não sou modelo, mas gosto de me sentir viva. Vestia uma camiseta velha, shorts jeans apertados e tênis surrados. Sem maquiagem, só o suor natural da pele bronzeada. Queria escapar do tédio da cidade, sentir a adrenalina da natureza.

Enquanto andava pela trilha, ouvi um barulho de galhos quebrando. Olhei para o lado e vi ele: Marcos, um cara que eu conhecia de vista do bairro. Ele era alto, musculoso de tanto trabalhar na construção, com barba por fazer e olhos penetrantes. Vestia uma camisa regata suada e calças cargo. Parecia que estava cortando lenha ou algo assim. Ele sorriu, daqueles sorrisos maliciosos que fazem o estômago revirar.

“Ei, Ana! O que você tá fazendo aqui sozinha?”, ele perguntou, limpando o suor da testa com o braço.

“Só passeando. E você?”, respondi, tentando soar casual, mas meu coração acelerou. Sempre tive uma quedinha por ele, mas nunca falei nada. Ele era o tipo bruto, sem frescuras.

“Trabalhando um pouco. Mas agora que te vi, acho que o dia melhorou.” Ele se aproximou, o cheiro de suor e terra invadindo minhas narinas. Era inebriante, primitivo.

Conversamos um pouco, rindo de bobagens. Mas o ar estava carregado. Seus olhos devoravam meu corpo, e eu sentia um formigamento entre as pernas. De repente, ele pegou minha mão e me puxou para fora da trilha, para uma clareira escondida. “Vem, quero te mostrar uma coisa.”

Meu pulso acelerou. “O quê?”, perguntei, mas já sabia que não era nada inocente.

Ele me encostou em uma árvore grossa, as cascas ásperas roçando minhas costas. Seus lábios colaram nos meus com urgência, um beijo faminto, dentes mordiscando meu lábio inferior. Gemi baixinho, as mãos dele subindo pela minha camiseta, apertando meus seios com força. Não era gentil; era selvagem, como se ele quisesse me possuir ali mesmo.

“Você é tão gostosa, Ana. Sempre quis te foder assim, no meio do nada”, ele murmurou no meu ouvido, a voz rouca de desejo.

Meu corpo respondeu instantaneamente. Tirei sua camisa, arranhando suas costas com as unhas. Seus músculos eram duros, suados. Ele rasgou minha camiseta – literalmente, o tecido cedendo com um som de rasgo. Meus seios pularam livres, os mamilos endurecidos pelo ar fresco e pela excitação. Ele os chupou com voracidade, mordendo, lambendo, me fazendo arquear as costas contra a árvore.

“Ah, Marcos… mais forte”, pedi, ofegante. Não era como nos filmes; era real, bagunçado, com terra grudando na pele.

Ele me virou de costas, pressionando meu corpo contra o tronco. Senti sua ereção dura contra minha bunda. “Você quer isso, né? Quer que eu te coma como uma vadia selvagem?”

“Sim… por favor”, implorei, empinando o quadril. Ele baixou meus shorts e calcinha de uma vez, expondo minha bunda ao ar. Seus dedos exploraram entre minhas pernas, encontrando-me encharcada. “Caralho, você tá molhada pra caralho.”

Ele enfiou dois dedos dentro de mim, bombeando rápido, enquanto a outra mão apertava meu pescoço levemente, me dominando. Gritei de prazer, as pernas tremendo. A floresta ecoava nossos sons: gemidos, ofegos, o som úmido dos dedos me fodendo.

Não aguentei mais. “Me fode agora, Marcos. Me fode forte!”

Ele riu, um riso gutural, e baixou as calças. Seu pau era grosso, pulsante, veias salientes. Sem camisinha – era amador, impulsivo, perigoso, mas o desejo era maior. Ele me penetrou de uma vez, estocando fundo, me preenchendo completamente. Doeu um pouco no início, mas a dor se misturou ao prazer, me fazendo uivar como um animal.

“Ah, fode! Mais fundo!”, gritei, as mãos apoiadas na árvore, unhas cravando na casca.

Ele obedecia, socando com força, o som de pele contra pele ecoando. Suas mãos agarravam minha cintura, puxando-me para trás a cada investida. “Você é minha agora, Ana. Toma esse pau todo.”

Virei o rosto para beijá-lo, nossas línguas se entrelaçando desajeitadamente enquanto ele me fodia. Caímos no chão, folhas e terra grudando em nós. Ele me colocou de quatro, como uma cadela no cio. Entrou de novo, batendo com mais violência, uma mão puxando meu cabelo, a outra batendo na minha bunda, deixando marcas vermelhas.

“Mais! Bate mais forte!”, pedi, o masoquismo aflorando. Cada tapa enviava ondas de prazer pelo meu corpo. Meu clitóris latejava, e eu me toquei, esfregando furiosamente enquanto ele me arrombava.

“Porra, você é safada demais. Goza pra mim, goza no meu pau”, ele ordenou, acelerando o ritmo.

O orgasmo veio como uma avalanche. Meu corpo convulsionou, os músculos contraídos ao redor dele, leiteando seu pau. Gritei alto, ecoando pela floresta, sem me importar se alguém ouvia. Ele não parou; continuou fodendo, prolongando meu clímax até eu ficar mole.

Agora era a vez dele. Ele me virou de frente, pernas abertas no chão sujo. Montou em mim, socando profundo, os olhos fixos nos meus. “Vou gozar dentro de você, Ana. Vou te encher toda.”

“Goza… me enche!”, incentivei, arranhando seu peito, deixando marcas.

Com um rugido primal, ele explodiu dentro de mim, jatos quentes me inundando. Seu corpo tremeu, suor pingando no meu. Ficamos ali, ofegantes, colados, o cheiro de sexo misturado ao da terra.

Mas não acabou. Depois de recuperar o fôlego, ele me puxou para cima dele. “Senta no meu pau, cavalga como uma puta selvagem.”

Eu obedeci, montando nele, quicando com força. Seus mãos guiavam meus quadris, me fazendo girar e rebolar. Meu suco escorria pelas coxas, lubrificando tudo. Ele chupava meus seios enquanto eu cavalgava, mordendo os mamilos até doer deliciosamente.

“Você é um animal, Marcos. Me fode como se fosse o fim do mundo”, gemi, acelerando.

Ele me virou de novo, dessa vez me comendo de lado, uma perna erguida. Seus dedos encontraram meu cu, circulando, pressionando levemente. “Quer que eu meta aqui também?”

“Sim… experimenta”, respondi, curiosa e excitada.

Ele cuspiu na mão, lubrificando, e enfiou um dedo devagar. A sensação era intensa, misturada à penetração na frente. Gemi alto, o corpo se adaptando. Ele adicionou outro dedo, me preparando, enquanto continuava a foder minha buceta.

“Agora sim, você vai sentir tudo”, disse, tirando o pau e posicionando na entrada traseira.

Entrou devagar, mas logo acelerou, me sodomizando com selvageria. Doía, mas o prazer era maior. Eu me toquei de novo, gozando pela segunda vez, o corpo todo tremendo.

Ele gozou de novo, dessa vez no meu cu, me enchendo por trás. Caímos exaustos, rindo entre ofegos.

Ficamos ali por horas, conversando nus, sujos de terra e sêmen. Era amador, imperfeito, mas inesquecível. Voltei para casa com as roupas rasgadas, o corpo marcado, e um sorriso satisfeito. Marcos e eu? Viramos amantes selvagens, sempre em busca do próximo encontro primal.

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