Loucura na Festa de Família

Eu sou a Luana, 25 anos, a caçula da família, sempre a “menina bonitinha” que todo mundo acha inocente. Corpo pequeno mas fatal: 1,60m, peitos grandes e redondos que o vestidinho florido justo não esconde, cintura fina, bunda empinada que balança quando ando de salto. Cabelo loiro ondulado solto, maquiagem leve, sorriso doce – mas por dentro uma safada que morre de tesão por coisas proibidas.

Era o aniversário de 60 anos do meu tio numa chácara grande da família, festa cheia de parentes, música alta, churrasco e bebida rolando solta. Eu estava dançando com as primas quando vi ele: Daniel, o primo do meu pai, 38 anos, casado, pai de duas filhas. Corpo de homem maduro gostoso – alto, peito largo de quem trabalha na roça, braços fortes, barriga tanquinho sutil, barba grisalha sexy, calça jeans marcando o volume que eu já tinha reparado outras vezes em reuniões de família.

Ele sempre me olhava diferente, um olhar que queimava. Naquela noite, com a bebida, os olhares viraram sorrisos cúmplices. Dancei perto dele de propósito, rebolando devagar, sentindo ele me comer com os olhos.

Perto da meia-noite, a festa ainda bombando, ele me chamou pro canto da casa, perto do depósito de ferramentas. “Vem me ajudar a pegar mais gelo, Luana.”

Eu sabia que não era gelo. Fui atrás, coração disparado. Mal entramos no depósito escuro, cheiro de madeira e graxa, ele fechou a porta e me prensou contra a parede. Beijo faminto, barba arranhando minha cara, língua grossa invadindo minha boca como se tivesse esperando anos.

“Caralho, Luana… você cresceu e virou uma mulher que me deixa louco”, ele grunhiu, mãos grandes subindo pelo vestido, apertando minha bunda sem calcinha – eu tinha tirado mais cedo pra sentir o vento.

Eu gemi, sentindo o pau dele duro contra minha barriga. “Me fode, tio Daniel… quero você desde que me entendo por gente.”

Ele riu rouco, safado. “Priminha safada quer o pau do tio na festa da família?”

“Quero… me come forte, me faz gozar enquanto todo mundo tá lá fora.”

Ele me virou de costas, levantou o vestido até a cintura, cuspiu na mão e passou no pau que já tinha tirado da calça – grosso, cabeçudo, quente nas minhas nádegas. Entrou de uma vez, fundo, me rasgando gostoso. Começou a socar forte, parede de madeira rangendo baixinho, música abafando nossos gemidos.

Uma mão tampando minha boca, outra apertando meu peito por cima do decote. “Quieta, vadia… quer que a família ouça a priminha levando pau?”

Eu empinava mais, rebolando contra ele, gozando rápido, pernas tremendo, buceta apertando ele com força.

Ele me virou de frente, me ergueu no colo – pernas enroladas na cintura dele – e meteu de novo, socando pra cima enquanto eu mordia o ombro dele pra não gritar.

“Toma pau, Luana… toma do tio casado enquanto a mulher dele dança lá fora.”

Gozei de novo, arranhando as costas dele, jorrando na coxa.

Me colocou de joelhos no chão empoeirado do depósito, pau latejando na minha cara. Engoli tudo, babando, garganta profunda até engasgar, olhando pra ele com carinha de inocente.

“Boquete de priminha puta… vai engolir tudo?”

Ele fodia minha boca forte, segurando meu cabelo. Gozou na garganta, jatos quentes que eu engoli sem perder uma gota.

Mas não acabou. Saímos do depósito separados, eu com batom borrado, vestido amassado. Meia hora depois, ele me mandou mensagem: “Celeiro atrás da casa. Agora.”

Fui correndo. O celeiro escuro, cheiro de feno e cavalos. Ele já me esperava pelado da cintura pra baixo, pau duro de novo. Me jogou no monte de feno, abriu minhas pernas e chupou minha buceta com fome, barba arranhando as coxas, língua fodendo dentro enquanto dedos circulavam o clitóris.

Gozei na boca dele duas vezes, gritando abafado no feno.

Ele me colocou de quatro no feno macio, meteu fundo de novo, socando como animal. Batia na bunda com tapas fortes, deixando vermelho.

“Toma tapa, priminha safada! Essa bunda é do tio agora.”

Gozei mais uma vez, corpo convulsionando no feno.

Quis meu cu. “Deixa o tio comer seu cuzinho, Luana? Quero te arrombar inteira.”

Eu empinei mais, feno grudando na pele suada. “Mete… me arromba o cu enquanto a família festeja.”

Ele lubrificou com cuspe e porra que escorria, entrou devagar mas logo socava forte, mão no clitóris. Gozei insano, cu apertando ele, quase desmaiando.

“Vou gozar dentro do seu cu… vou te encher, priminha.”

“Goza… me enche todo!”

Ele rugiu e gozou, jatos quentes no meu rabo.

Passamos mais de uma hora ali – eu cavalgando ele no feno, rebolando até ele endurecer de novo, ele me comendo contra a parede do celeiro, eu chupando até ele gozar na minha cara e nos peitos.

Voltamos pra festa separados, eu com vestido sujo de feno, pernas bambas, porra escorrendo pelas coxas. Ninguém percebeu – ou se percebeu, fingiu.

No dia seguinte, no café da manhã da família, ele me olhava por cima da mesa, dedo na boca como quem guarda segredo. A mulher dele do lado, sem ideia.

Ele mandou mensagem depois: “Próxima reunião de família eu te como no quarto de hóspedes. Prepara esse cuzinho.”

Eu respondi com uma foto discreta da bunda marcada de tapas: “Já tô contando os dias, tio.”

Agora toda festa de família tem um sabor extra. Eu visto os vestidos mais curtos, danço mais perto dele, e a noite sempre termina com pau proibido me destruindo. O risco de ser pega só deixa tudo mais gostoso.

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