Eu sou a Júlia, 28 anos, casada há cinco, mas ultimamente o casamento virou rotina pura. Meu marido viaja a trabalho o tempo todo, e eu fico em casa, cuidando da vida, morrendo de tesão acumulado. Sou morena, corpo cheio – coxas grossas, bunda empinada, seios fartos que balançam quando ando sem sutiã. Gosto de me sentir desejada, mas ninguém mais me olha como antes.
Naquela sexta-feira, saí com as amigas pra beber num barzinho perto de casa. Bebi demais, dancei sozinha, rebolando sem pudor. Foi aí que vi ele: Lucas, o vizinho do prédio ao lado. 32 anos, mecânico, corpo forte de quem levanta peso o dia todo, tatuagens nos braços, barba cheia e aquele olhar de quem sabe o que quer. Sempre trocávamos olhares no elevador, mas nunca passou disso.
Ele se aproximou no balcão, pediu uma cerveja pra mim e disse baixinho: “Tá sozinha hoje, Júlia? Seu marido viajou de novo?”
Senti um calor subir. “Viajou. E você, tá caçando o quê?”
Ele riu, chegou mais perto. “Caçando você há meses.”
Não demorou nem meia hora pra gente estar no carro dele, indo pro motel mais próximo. Era daqueles baratos, com luz neon vermelha, quarto com espelho no teto e cama redonda. Entramos tropeçando, rindo, já nos agarrando no corredor.
Ele me jogou contra a parede assim que a porta fechou. Beijo bruto, língua invadindo minha boca, mãos apertando minha bunda por baixo da saia curta. Eu gemi alto, sentindo o pau dele já duro roçando na minha coxa.
“Caralho, Júlia, você é casada mas tá louca pra dar, né?”, ele rosnou no meu ouvido, mordendo o pescoço.
“Sim… tô morrendo de vontade de ser comida de verdade”, respondi, arranhando as costas dele por baixo da camiseta.
Ele rasgou minha blusa – botões voando – e chupou meus peitos com fome, como se nunca tivesse visto mulher antes. Mamilos duros, ele mordia forte, me fazendo gemer e empinar o corpo. Minhas mãos foram pro cinto dele, abrindo rápido, desesperada pra sentir aquele pau.
Quando tirei, era grosso, cabeçudo, latejando na minha mão. Lambi os lábios. “Quero chupar.”
Ele me empurrou de joelhos no carpete gasto do motel. Segurei a base e engoli o máximo que consegui, babando, engasgando um pouco. Ele segurou meu cabelo e começou a foder minha boca, devagar no começo, depois mais fundo, batendo na garganta.
“Puta safada… chupa gostoso, vai. Casadinha traindo o corno com meu pau na boca.”
Eu adorava ouvir aquilo. Gozei só de ouvir, sem nem me tocar, o tesão escorrendo pela coxa. Tirei a calcinha de lado e comecei a me esfregar enquanto chupava.
Ele me puxou pelo cabelo, me levantou e me jogou na cama. Abriu minhas pernas com força, viu minha buceta inchada, molhada pra caralho. “Olha isso… tá piscando pra mim.”
Enfiou a língua sem aviso, chupando meu clitóris com pressão, dois dedos entrando e saindo rápido. Eu gritava, rebolava na cara dele, sujando tudo de tesão.
“Goza na minha boca, Júlia. Goza pra eu te foder depois.”
Não demorou. Gozei forte, apertando a cabeça dele com as coxas, tremendo inteira. Ele não parou, continuou lambendo até eu implorar pra parar de tão sensível.
Aí ele subiu, pau na mão, esfregando na entrada. “Quer que eu meta sem camisinha? Quero te sentir pelada.”
“Quero… mete tudo, Lucas. Me fode como o meu marido nunca faz.”
Ele entrou de uma vez, fundo, me rasgando. Doeu gostoso. Começou a socar forte, cama rangendo, espelho no teto mostrando tudo: eu de pernas abertas, peitos balançando, cara dele suada em cima de mim.
“Mais forte! Me usa!”, eu pedia, cravando unhas nos ombros dele.
Ele me virou de bruços, empinou minha bunda e meteu de novo, batendo com tudo. Uma mão no meu pescoço, outra batendo na bunda – tapas fortes que deixavam vermelho.
“Toma tapa, casada safada. Toma pau de estranho no motel.”
Eu gozei de novo, gritando no travesseiro, buceta apertando ele. Ele não aguentou. “Vou gozar dentro… vou te encher toda.”
“Goza! Me enche de porra!”, implorei.
Ele rugiu e gozou, jatos quentes me inundando. Senti cada pulsada. Ficamos ali, ele em cima de mim, pau ainda dentro, ofegantes.
Mas eu queria mais. Virei, montei nele, que ainda estava meio duro. Rebolei devagar, sentindo a porra escorrendo. “Agora eu te cavalgo até você endurecer de novo.”
Ele segurou meus peitos, apertando enquanto eu quicava. Logo endureceu dentro de mim, e eu acelerei, rebolando forte, batendo a bunda nas coxas dele.
“Porra, Júlia… você é uma vadia mesmo.”
“Sou sua vadia hoje”, respondi, girando o quadril.
Ele me jogou de lado, meteu de conchinha, uma perna minha erguida. Mão no meu clitóris enquanto socava. Gozei pela terceira vez, quase desmaiando de prazer.
Aí ele quis meu cu. “Deixa eu meter atrás? Quero te arrombar toda.”
Eu hesitei um segundo, mas o tesão venceu. “Mete… mas vai devagar no começo.”
Ele cuspiu, lubrificou com os dedos, entrou devagar. Doía, mas eu empinei mais, querendo sentir tudo. Logo ele estava socando, me chamando de puta, de safada, de corno da mulher casada.
Gozei de novo, dessa vez sentindo o cu apertar ele. Ele gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez.
Passamos a noite toda ali. Fodemos no chuveiro, contra o espelho, eu de pé com uma perna no vaso. Ele gozou na minha cara, nos peitos, dentro de mim mais vezes do que consigo contar. Saímos de manhã, eu com roupa amassada, cabelo bagunçado, pernas bambas, cheiro de sexo no corpo todo.
No carro, ele disse: “Isso vai se repetir, Júlia. Toda vez que seu marido viajar.”
Eu sorri. “Pode mandar mensagem quando quiser. Minha buceta é sua agora.”