Eu sou a Marina, 27 anos, professora de surf numa praia pequena do litoral. Corpo bronzeado o ano todo, pernas longas de tanto remar na prancha, bunda empinada que o biquíni fio-dental mal cobre, peitos médios mas firmes que balançam quando corro na areia. Vivo de sol, sal e mar – cabelo loiro queimado, sardas no nariz, sempre com aquele cheiro de protetor solar e oceano na pele.
Naquele sábado, o mar estava perfeito até o fim da tarde, mas à noite veio uma frente fria e todo mundo foi embora cedo. Eu fiquei pra guardar as pranchas e fechar o quiosque. Estava de biquíni preto minúsculo, short jeans aberto por cima, chinelo, sozinha na praia vazia com a lua cheia iluminando tudo.
Estava recolhendo as toalhas quando vi ele vindo pela areia: Gustavo, um cara que eu já tinha dado aula uns dias antes. 31 anos, empresário da cidade grande que veio passar o fim de semana, corpo malhado de academia cara – peito largo, braços definidos, abdômen tanquinho, pernas fortes. Tinha um sorriso safado e olhos que não desgrudavam da minha bunda durante as aulas.
“Marina? Ainda por aqui?”, ele perguntou, chegando perto com uma garrafa de cerveja na mão.
“Fechando tudo. E você, perdeu o caminho do hotel?”, brinquei, mas já sentindo aquele calor subir.
“Perdi foi a vontade de ir embora depois que te vi de novo.”
Ele se aproximou, o vento frio da noite fazendo minha pele arrepiar – e meus mamilos endurecerem debaixo do biquíni. Conversamos um pouco, rindo, mas o olhar dele era puro fogo. De repente, ele me puxou pela cintura e me beijou forte, gosto de cerveja e sal na boca dele.
Eu retribuí na hora, mãos no peito dele, sentindo os músculos duros. Ele apertou minha bunda com as duas mãos, me erguendo contra ele. Senti o pau já duro roçando na minha virilha.
“Quero te comer aqui mesmo, Marina. Nessa praia vazia”, ele murmurou no meu ouvido, mordendo a orelha.
“Então me come”, respondi, tirando o short jeans e ficando só de biquíni.
Ele me deitou na toalha grande que eu estava recolhendo, areia fria nas costas, lua iluminando nossos corpos. Tirou minha parte de cima do biquíni com os dentes, chupou meus peitos com vontade, mordendo os mamilos até eu gemer alto no silêncio da praia.
“Geme mais alto, ninguém vai ouvir”, ele provocou, descendo beijos pela barriga até arrancar a parte de baixo do biquíni com um puxão.
Abriu minhas pernas na areia, enfiou a cara na minha buceta sem aviso. Língua grossa lambendo tudo, chupando o clitóris com pressão, dois dedos entrando e saindo rápido. Eu gritava, segurando o cabelo dele, rebolando na boca.
“Chupa gostoso, Gustavo! Me faz gozar na sua cara!”
Ele sugava mais forte, dedos fodendo fundo. Gozei rápido, corpo arqueando, ondas do mar batendo perto como se acompanhassem meu ritmo.
Ele subiu, tirou a bermuda e a cueca de uma vez. O pau era grande, grosso, latejando na luz da lua. Eu segurei, chupei devagar, lambendo da base até a cabeça, engolindo o máximo, babando na areia.
Ele gemia rouco, segurando minha cabeça. “Boquete de surfistinha safada… chupa tudo.”
Mas ele queria mais. Me puxou pra cima, me colocou de quatro na toalha, empinou minha bunda pro alto. Cuspiu na mão, passou no pau e meteu de uma vez, fundo, me rasgando gostoso.
Começou a socar forte, areia voando a cada estocada, som de pele contra pele misturado com as ondas. Uma mão puxando meu cabelo, outra batendo na bunda – tapas fortes que ardiam no vento frio.
“Toma pau, Marina! Toma na praia como a vadia que você é!”
Eu empinava mais, pedindo mais forte, gemendo alto. Gozei de novo, buceta apertando ele, jorrando na toalha.
Ele me virou de frente, pernas nos ombros, meteu fundo olhando a lua refletida nos meus olhos. “Vou gozar dentro de você. Vou te encher toda.”
“Goza! Me enche de porra quente!”, implorei, unhas nas costas dele.
Ele rugiu e gozou, jatos grossos me inundando, pau pulsando dentro de mim. Ficamos ali, ofegantes, vendo as estrelas, areia grudada no suor.
Mas o tesão não acabou. Entramos no mar gelado, água na cintura. Ele me ergueu, pernas enroladas na cintura dele, e me comeu ali dentro, ondas batendo nos nossos corpos.
A água fria contrastava com o calor do pau dentro de mim. Eu quicava forte, peitos balançando, ele chupando um mamilo enquanto socava pra cima.
Gozei mais uma vez, gritando pro céu aberto. Ele me virou de costas, encostada nele, e meteu de novo, mão no meu clitóris enquanto as ondas nos empurravam.
Quis meu cu. “Deixa eu te comer atrás, Marina? Quero te arrombar na água.”
Eu empinei, mãos na prancha que boiava perto. “Mete… quero sentir tudo.”
Ele lubrificou com cuspe e água do mar, entrou devagar, mas logo socava forte, me sodomizando no meio do oceano. Gozei forte de novo, cu apertando ele, corpo tremendo na água gelada.
Ele gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez, rugindo como um animal.
Saímos do mar congelando, mas rindo. Nos deitamos na areia, pelados, olhando a lua. Ele me cobriu com a toalha, mas logo estávamos nos agarrando de novo – dessa vez devagar, ele me comendo de lado, beijando minha nuca, mão nos peitos.
Fodemos até o sol nascer, corpos cobertos de areia, sal e porra. Ele gozou nos meus peitos, na minha boca, dentro de mim mais vezes do que consigo contar.
Quando o dia clareou, nos vestimos com o que sobrou de roupa. Ele me deu o número. “Volto todo fim de semana pra mais aula… particular.”
Eu sorri, pernas ainda bambas, buceta latejando. “Aula particular é de graça… mas só depois que a praia esvaziar.”
Desde então, toda lua cheia a gente se encontra lá. Às vezes até deixa uma prancha na areia pra usar de apoio.