Meu nome é Camila, 23 anos, estudante de educação física, corpo atlético de quem corre todo dia: pernas firmes, abdômen definido, bunda durinha e peitos médios que ficam empinados sem sutiã. Sou daquelas que gosta de aventura, de suar, de sentir o corpo vivo. Meu namorado terminou comigo há duas semanas porque “eu era intensa demais”. Tudo bem, eu precisava mesmo de alguém que acompanhasse meu ritmo.
Fui acampar sozinha num camping meio selvagem, perto de um rio, no interior. Montei a barraca, fiz fogueira, tomei uma cerveja gelada olhando as estrelas. Estava de shortinho jeans desfiado e top cropped, cabelo preso num rabo bagunçado, sem maquiagem, só protetor solar e o cheiro de natureza na pele.
Perto da meia-noite, ouvi passos. Pensei que era animal, mas era ele: Thiago, um cara que eu nunca tinha visto, uns 27 anos, alto, corpo de quem trabalha pesado – ombros largos, braços grossos, barriga tanquinho aparecendo por baixo da camiseta velha. Estava com uma mochila, lanterna na mão, barba de três dias e um sorriso perigoso.
“Desculpa atrapalhar, mas vi a fogueira de longe. Posso me juntar? Meu acampamento ficou a uns dois quilômetros e tô morto.”
Eu olhei pra ele, senti aquele calor imediato entre as pernas. “Pode. Senta aí, tem cerveja gelada.”
Sentamos perto do fogo, conversando sobre trilhas, viagens, vida. Ele era pedreiro, solteiro, gostava de acampar pra “desestressar”. A conversa foi esquentando junto com as olhares. Ele elogiou minhas pernas, disse que eu parecia forte, que queria ver até onde ia minha resistência.
Eu ri, cheguei mais perto. “Quer testar?”
Ele não esperou mais. Me puxou pelo braço, me sentou no colo dele, pernas abertas em cima das dele. Beijo quente, língua brigando, mãos dele já apertando minha bunda com força. Eu sentia o pau dele endurecendo rápido embaixo de mim.
“Caralho, Camila, você é fogo puro”, ele grunhiu, mordendo meu pescoço.
Eu tirei o top dele, passei as unhas no peito definido, desci até o cós da bermuda. Ele tirou meu cropped de uma vez, chupou meus peitos com vontade, mordendo os mamilos até eu gemer alto no meio do mato.
Montei melhor nele, rebolando devagar, sentindo o volume roçar na minha buceta por cima do short. “Quero sentir você sem nada no meio.”
Ele me levantou como se eu não pesasse nada, me levou pra dentro da barraca. Jogou o saco de dormir no chão, me deitou de costas e arrancou meu short e a calcinha de uma vez. Abriu minhas pernas, olhou pra minha buceta lisinha, já molhada brilhando na luz da lanterna.
“Que bucetinha linda, toda inchada pra mim.”
Enfiou a cara ali sem cerimônia, língua grossa lambendo de baixo pra cima, chupando o clitóris como se fosse morango. Dois dedos entraram fácil, eu já estava escorrendo. Gritei, segurei o cabelo dele, rebolando na boca.
“Chupa mais forte, Thiago! Me faz gozar na sua cara!”
Ele obedeceu, sugando com pressão, dedos fodendo rápido. Gozei em menos de dois minutos, pernas tremendo, jorrando um pouco na boca dele. Ele lambeu tudo, rindo.
Agora era minha vez. Tirei a bermuda dele, o pau saltou duro, grosso, cabeça vermelha pingando. Segurei com as duas mãos, chupei devagar, lambendo as bolas, engolindo até a garganta. Ele gemia rouco, segurando minha cabeça.
“Puta que pariu, que boquete gostoso… continua assim que eu gozo na sua boca.”
Mas eu queria mais. Parei, montei nele de costas, empinando a bunda. Esfreguei o pau na entrada, desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir. Quando sentou tudo, comecei a cavalgar forte, bunda batendo nas coxas dele, barulho ecoando na barraca.
“Me fode, Camila! Cavalga esse pau!”
Eu quicava com força, peitos balançando, mão no clitóris. Ele segurava minha cintura, dando tapas na bunda que ardiam gostoso.
Viramos. Ele me colocou de quatro, meteu de uma vez, fundo, batendo até o talo. Uma mão puxando meu rabo de cavalo, outra apertando meu pescoço de leve. Socava como animal, suor pingando nas minhas costas.
“Toma pau, sua vadia do mato! Toma tudo!”
Eu empinava mais, pedindo mais forte, mais fundo. Gozei de novo, buceta apertando ele, gemendo alto sem me importar com os outros acampamentos.
Ele tirou, me virou de frente, pernas nos ombros dele. Entrou de novo, socando violento, olhando nos meus olhos. “Quero gozar dentro de você, te encher toda.”
“Goza! Me enche de porra quente!”
Ele rugiu, meteu fundo e gozou, jatos fortes me inundando. Senti cada um, corpo dele tremendo em cima de mim.
Mas a noite estava só começando. Descansamos uns minutos, tomamos mais cerveja pelados do lado de fora, sentindo o ar frio na pele suada. O fogo ainda aceso iluminava nossos corpos.
Ele endureceu de novo só de me olhar. Me pegou no colo, me encostou numa árvore perto da barraca. Entrei de frente, pernas enroladas na cintura dele. Ele me segurava pela bunda, me fodendo em pé, socando pra cima.
“Você aguenta mais, Camila? Aguenta eu te comer a noite toda?”
“Aguento tudo que você quiser dar.”
Fodemos ali, eu quicando no pau dele, unhas nas costas, mordendo o ombro. Gozei mais uma vez, quase desmaiando de tanto prazer.
Depois fomos pro rio. Água gelada na canela, lua refletindo. Ele me deitou na margem, abriu minhas pernas e meteu de novo, água espirrando a cada estocada. Eu gritava, o frio contrastando com o calor do pau dentro de mim.
Ele quis meu cu. “Deixa eu te comer atrás? Quero te arrombar inteira.”
Eu nunca tinha dado muito, mas com ele eu queria tudo. “Mete… mas vai devagar primeiro.”
Ele cuspiu, lubrificou com os dedos, entrou centímetro por centímetro. Doía gostoso, eu gemia alto, me tocando na frente. Quando entrou tudo, ele começou a socar, mão batendo na bunda, me chamando de safada, de puta do acampamento.
Gozei forte, sentindo o cu pulsar em volta dele. Ele não aguentou e gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez.
Voltamos pra barraca exaustos, corpos sujos de terra, suor, porra. Dormimos pelados, colados. De manhã, fodemos mais uma vez devagar, ele gozando nos meus peitos.
Ele anotou meu número. “Isso aqui vai virar tradição todo fim de semana.”
Eu sorri, pernas ainda tremendo. “Pode trazer mais cerveja da próxima vez.”