Paixão no Avião

Eu sou a Érica, 29 anos, comissária de bordo numa companhia internacional. Corpo moldado pra uniforme: 1,68m, pernas longas que a saia lápis azul marinho valoriza, bunda empinada que os passageiros não tiram os olhos, peitos fartos apertados na camisa branca abotoada, coque perfeito no cabelo loiro, batom vermelho da companhia. Sorriso profissional, mas por dentro uma safada que adora o tesão das alturas e dos voos longos.

Era um voo noturno transatlântico, quase cheio, luzes baixas depois do jantar. Eu estava na galley dos fundos, arrumando as coisas, quando ele apareceu: Marcelo, passageiro da classe executiva, 36 anos, empresário brasileiro voltando de reunião na Europa. Corpo de quem cuida – alto, peito definido na camisa polo cinza, braços fortes, calça social marcando o pau, barba de dois dias e olhos que me foderam desde o embarque.

Ele pediu uma água, mas ficou ali, conversando baixo. “Você é a comissária mais gostosa que já vi nesse uniforme, Érica.”

Eu sorri, chegando mais perto no espaço apertado da galley. “Cuidado, passageiro. Aqui em cima as regras são rígidas… mas eu sou flexível.”

O clima pegou fogo. Ele me puxou pro canto atrás da cortina, beijo quente, língua brigando enquanto mãos subiam pela minha saia, apertando minha bunda por baixo da meia-calça.

“Quero te comer aqui mesmo, Érica. Nesse avião a 10 mil metros.”

Eu gemi baixinho, abrindo o zíper dele devagar. Pau grosso saltando na minha mão, já duro. “Me come quietinho… mas forte.”

Ele me virou de costas, levantou a saia até a cintura, rasgou a meia-calça com um som abafado, afastou a calcinha de lado. Cuspiu na mão, passou na cabeça e entrou devagar, centímetro por centímetro, me preenchendo toda no espaço apertado.

Começou a socar discreto mas fundo, aproveitando o balanço natural do avião. Uma mão tampando minha boca, outra apertando meu peito por dentro da camisa, abrindo botões pra chupar o mamilo por cima do sutiã.

“Toma pau, sua comissária safada… toma enquanto serve os outros.”

Eu rebolava de leve contra ele, gozando rápido, pernas tremendo no salto, buceta apertando forte, mordendo a mão dele pra não gemer alto.

Ele não parou, continuou socando ritmado com a turbulência leve. Me virou de frente, me ergueu no balcão da galley – pernas enroladas na cintura dele – e meteu de novo, fundo, olhando nos olhos.

“Goza quietinha, vadia… goza no pau enquanto o avião voa.”

Gozei de novo, corpo convulsionando no balcão, jorrando baixinho.

Alguém chamou do corredor, mas ele tampou minha boca mais forte e socou até o final. “Vou gozar dentro… vou te encher a 30 mil pés.”

“Goza… me enche todo”, sussurrei no ouvido dele.

Ele gozou rugindo abafado no meu pescoço, jatos quentes me inundando, pau pulsando dentro de mim.

Ajeitamos as roupas rápido – eu com meia rasgada, camisa abotoada às pressas, porra escorrendo pela coxa. Voltei pro corredor sorrindo como se nada tivesse acontecido, servindo café pros passageiros.

Mas a noite era longa. Horas depois, luzes totalmente apagadas, ele me chamou pro banheiro dos fundos. Entrei depois dele, trava na porta.

Lá dentro, espaço minúsculo, ele me jogou contra a pia, abaixou minha saia e chupou minha buceta melada de porra dele mesmo, língua grossa me limpando e me fazendo gozar na boca dele mais uma vez.

Eu ajoelhei no chão apertado, chupei o pau com vontade, garganta profunda, batom borrando tudo, até ele gozar na minha boca – engoli tudo, lambendo a cabeça.

Depois me encostou na porta, meteu de quatro no espaço ridículo, socando forte enquanto o avião balançava. Batia na bunda com tapas abafados.

“Toma tapa, comissária puta… toma pau no banheiro do avião.”

Gozei gritando abafado na porta.

Ele quis meu cu. “Deixa eu te arrombar atrás, Érica? Aqui em cima ninguém vai ouvir.”

Eu empinei contra a pia, espelho mostrando minha cara destruída. “Mete… me arromba o cu a 10 mil metros.”

Cuspiu, lubrificou com porra, entrou devagar mas logo socava forte, mão no clitóris. Gozei insano, cu apertando ele, pernas quase cedendo no espaço apertado.

Ele gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez.

Saímos separados, eu com uniforme amassado, cabelo bagunçado, cheiro de sexo disfarçado com perfume. Servi o café da manhã sorrindo pros passageiros, porra escorrendo devagar pela meia rasgada.

No desembarque, ele me esperou no saguão, entregou um cartão. “Próximo voo pra Europa, eu compro passagem só pra te encontrar de novo.”

Eu guardei o cartão na bolsinha, sorrindo: “Eu faço escala em todos os continentes. Me avisa o destino que eu te sirvo… especial.”

Agora todo voo longo tem um passageiro VIP na minha lista. Uniforme apertado nunca mais foi só pra trabalhar.

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