Meu nome é Beatriz, 24 anos, personal trainer numa academia de bairro. Corpo escultural de quem vive levantando peso: coxas grossas e duras, bunda redonda que mal cabe na legging preta, abdômen trincado e peitos firmes que marcam qualquer top. Trabalho até tarde, fecho a academia às 22h, e adoro ficar um pouco mais pra treinar sozinha, suar de verdade, sentir os músculos queimando.
Naquela quarta-feira, o último aluno saiu às 21h30. Eu tranquei a porta principal, baixei as persianas, deixei só a luz dos fundos acesa. Coloquei um som alto, daqueles batidões que fazem o corpo mexer, e comecei meu treino pesado: agachamento livre, terra, supino. Suor escorrendo pelo decote, legging grudando na pele, cabelo preso num coque bagunçado.
Estava no meio de uma série de agachamento quando ouvi batidas na porta de vidro. Olhei pelo reflexo do espelho e vi ele: Diego, um aluno novo que malhava à noite há umas semanas. 29 anos, ex-jogador de futebol amador, corpo enorme – ombros largos, braços veinados, pernas poderosas, tatuagens subindo pelo pescoço. Sempre me olhava demais durante as aulas, e eu retribuía, porque aquele homem era puro tesão ambulante.
Abri a porta com o controle remoto. “Esqueceu alguma coisa?”
Ele entrou, mochila no ombro, camiseta suada colada no peito definido. “Esqueci de treinar direito hoje. Vi luz acesa e pensei que talvez… você deixasse eu terminar aqui.”
Eu sorri, sabendo exatamente onde isso ia parar. “Pode ficar. Mas eu cobro extra por horário especial.”
Ele riu baixo, fechando a porta atrás de si. “Quanto você quiser.”
Continuei meu treino, mas agora com plateia. Agachava devagar, empinando a bunda na direção dele, sentindo o olhar queimando. Ele começou a treinar também, mas não disfarçava: parava pra me olhar, ajustava o pau na bermuda toda hora.
Depois de uns vinte minutos, eu estava ofegante, corpo brilhando de suor. Parei na frente dele, que fazia supino. “Quer uma ajuda pra segurar a barra?”
Ele olhou pra mim, olhos escuros cheios de desejo. “Quero você em cima de mim.”
Não esperei mais. Sentei no colo dele, pernas abertas sobre o banco de supino, sentindo o pau já duro roçando na minha legging. Beijei ele com fome, língua brigando, mãos apertando aqueles peitos duros. Ele gemeu na minha boca, mãos grandes agarrando minha bunda com força, me puxando contra ele.
“Caralho, Beatriz… você é mais gostosa do que eu imaginava”, ele rosnou, mordendo meu pescoço enquanto eu rebolava no pau dele.
Eu tirei o top de uma vez, peitos pulando livres, mamilos duros de tesão e do ar condicionado. Ele chupou um imediatamente, sugando forte, mordendo, enquanto a outra mão descia pra dentro da minha legging, encontrando a buceta já encharcada.
“Molhada assim só de treinar?”, ele provocou, enfiando dois dedos grossos de uma vez.
“Molhada de te ver me olhando há semanas”, respondi, gemendo alto, cavalgando nos dedos dele.
Levantei rápido, tirei a legging e a calcinha fio-dental, fiquei completamente pelada na academia. Ele tirou a bermuda, o pau saltou enorme, grosso, cabeça vermelha pingando. Eu montei de novo, mas agora pelada, esfregando a buceta na extensão dele, lubrificando tudo.
“Quero sentar”, avisei, e desci devagar, sentindo ele me abrir centímetro por centímetro. Quando sentou tudo, gemi rouco, comecei a cavalgar forte, peitos balançando na cara dele.
Ele segurava minha cintura, ajudando a quicar, socando pra cima a cada descida. O banco rangia, o espelho refletia tudo: eu rebolando como uma puta, ele me fodendo com força.
“Mais forte, Diego! Me fode como se fosse dono dessa academia!”
Ele me levantou de repente, me colocou de quatro no chão de borracha, empinou minha bunda e meteu de novo, batendo até o talo. Uma mão puxando meu coque, outra batendo na bunda – tapas fortes que ecoavam no salão vazio.
“Toma pau, sua personal safada! Toma tapa na bunda que você empina pra todo mundo ver!”
Eu gritava, pedindo mais, gozei forte, buceta apertando ele, jorrando no chão. Ele não parou, continuou socando, prolongando meu orgasmo até eu tremer inteira.
Me virou de frente, pernas nos ombros, meteu fundo olhando nos meus olhos. “Vou gozar dentro de você, Beatriz. Vou te encher toda.”
“Goza! Me enche de porra quente!”, implorei, unhas cravadas nas costas dele.
Ele rugiu e gozou, jatos grossos me inundando, pau pulsando dentro de mim. Ficamos ali, ofegantes, suor misturado, porra escorrendo pelas minhas coxas.
Mas eu queria mais. Puxei ele pro colchonete de alongamento. “Agora você deita e eu te cavalgo até você implorar pra parar.”
Montei de frente, quiquei forte, rebolando, girando o quadril. Ele apertava meus peitos, chupava os mamilos, gemia meu nome. Endureceu de novo dentro de mim, misturado com a porra dele mesmo.
Fodemos no chuveiro do vestiário depois, água quente caindo enquanto ele me encostava na parede fria e me comia de pé, pernas enroladas na cintura dele. Gozei mais duas vezes ali, gritando alto sem me importar com vizinhos.
Ele quis meu cu. “Deixa eu te arrombar atrás, Beatriz? Quero te sentir toda.”
Eu empinei contra o azulejo, água escorrendo. “Mete… quero sentir você me rasgando.”
Ele lubrificou com sabonete, entrou devagar, mas logo socava forte, mão no meu clitóris enquanto me sodomizava. Gozei de um jeito que nunca tinha sentido, cu apertando ele, corpo convulsionando.
Ele gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez.
Saímos do chuveiro exaustos, corpos marcados, espelhos embaçados. Vestimos as roupas molhadas de suor e água, rindo como adolescentes.
“Todo dia depois do horário eu venho treinar com você”, ele disse, beijando minha boca inchada.
“E eu cobro em sexo. Todo dia.”
Desde então, a academia virou nosso playground particular depois das 22h. Às vezes até deixamos a persiana meio aberta, só pra dar um frio na barriga de alguém poder ver.