Tesão no Estacionamento do Shopping

Eu sou a Isabella, 29 anos, gerente de loja num shopping grande da cidade. Corpo maduro e gostoso: 1,65m, curvas generosas, peitos naturais grandes que balançam no sutiã de renda, cintura marcada, bunda carnuda que a calça social preta abraça perfeitamente. Cabelo castanho ondulado na altura dos ombros, maquiagem discreta no trabalho, mas salto alto e batom vermelho pra deixar claro que sou mulherão.

Naquela quinta-feira, fechei a loja às 22h, shopping já esvaziando. Estava cansada, mas com aquele tesão acumulado de um dia inteiro atendendo cliente chato. Desci pro estacionamento subterrâneo, nível -3, quase vazio àquela hora. Meu carro ficava num canto mais escuro, perto da parede.

Estava abrindo a porta quando ouvi passos. Olhei e era ele: Felipe, o segurança do shopping que sempre dava boa noite com um olhar diferente. Uns 27 anos, corpo de quem treina pesado – alto, ombros largos, braços grossos marcando a camisa polo preta, calça tática esticada nas coxas fortes, rádio no cinto e aquele porte de quem sabe mandar.

“Boa noite, dona Isabella. Tá saindo tarde hoje?”, ele perguntou, parando perto demais, lanterna na mão mas sem acender.

“Boa noite, Felipe. Tô exausta… mas não de tudo”, respondi, sorrindo de lado, sentindo o clima mudar na hora.

Ele se aproximou mais, encostando no meu carro. “Exausta? Posso ajudar a relaxar.”

Não teve rodeio. Ele me prensou contra a porta do carro, beijo quente e urgente, língua invadindo minha boca como se tivesse esperando isso há meses. Mãos grandes subindo pela minha blusa social, abrindo botões rápido, apertando meus peitos por cima do sutiã.

Eu gemi na boca dele, sentindo o pau endurecer rápido contra minha coxa. “Aqui mesmo, Felipe? No estacionamento?”

“Aqui mesmo. Quero te comer agora, Isabella. Faz tempo que te olho todo dia.”

Ele abriu a porta traseira do meu carro, me empurrou pro banco de trás e entrou logo depois, trancando. Espaço apertado, cheiro de couro e perfume misturado com tesão. Tirou minha blusa e sutiã de uma vez, chupou meus peitos com fome, mordendo os mamilos duros até eu arquear as costas.

“Caralho, que peitos gostosos… sempre quis chupar esses peitos no uniforme.”

Eu abri o cinto dele, desci o zíper, tirei o pau pra fora – grosso, quente, cabeça inchada já pingando. Segurei com as duas mãos, chupei devagar no banco apertado, engolindo o máximo, babando no pau enquanto ele segurava meu cabelo.

“Boquete de gerente safada… chupa gostoso, vai.”

Ele me puxou pra cima, abriu minha calça social, baixou junto com a calcinha até os joelhos. Abriu minhas pernas no banco, enfiou dois dedos grossos de uma vez, me fodendo rápido enquanto chupava meu clitóris.

Eu gritava abafado, segurando a cabeça dele. “Me faz gozar, Felipe! Chupa essa buceta que tá molhada o dia todo!”

Ele sugava forte, dedos socando fundo. Gozei rápido, corpo convulsionando no banco, jorrando na boca dele.

Ele não esperou. Me virou de lado no banco, empinou minha bunda pro alto e meteu de uma vez, fundo, me rasgando. Começou a socar forte, carro balançando levemente, som de pele contra pele ecoando no estacionamento vazio.

“Toma pau, sua gerente puta! Toma no carro enquanto o shopping tá fechando.”

Eu empinava mais, pedindo mais forte, unha cravada no banco. Gozei de novo, buceta apertando ele com força.

Ele me virou de frente, pernas nos ombros dele no espaço apertado, meteu fundo olhando nos olhos. “Vou gozar dentro de você, Isabella. Vou te encher toda.”

“Goza… me enche de porra quente!”, implorei, arranhando o peito dele por baixo da camisa.

Ele rugiu baixo e gozou, jatos grossos me inundando, pau pulsando dentro de mim. Ficamos ali, ofegantes, suor escorrendo, porra escorrendo pelas minhas coxas.

Mas eu queria mais. Montei nele no banco do motorista, que ele tinha passado pro frente. Reclinei o banco, sentei no pau dele de costas, quicando forte, bunda batendo nas coxas dele.

Ele apertava meus peitos por trás, torcendo os mamilos, batendo na bunda com tapas fortes. “Cavalga, vadia… cavalga esse pau até eu endurecer de novo.”

Rebolei girando, sentindo ele crescer dentro de mim misturado com a porra. Gozei mais uma vez, gritando o nome dele.

Ele me pegou no colo, saiu do carro comigo ainda montada, me encostou no capô frio. Me comeu de pé ali no estacionamento aberto, pernas enroladas na cintura dele, socando pra cima com força.

O risco de alguém aparecer me deixava louca. Gozei forte, mordendo o ombro dele pra não gritar alto.

Quis meu cu. “Deixa eu te comer atrás, Isabella? Quero te arrombar inteira.”

Eu empinei contra o carro, capô ainda quente do motor. “Mete… quero sentir você me rasgando o cu.”

Ele cuspiu, lubrificou com os dedos e a porra que escorria, entrou devagar mas logo socava forte, mão no meu clitóris enquanto me sodomizava no estacionamento.

Gozei de um jeito insano, cu apertando ele, corpo tremendo contra o carro. Ele gozou dentro do meu rabo, me enchendo mais uma vez, gemendo rouco no meu ouvido.

Voltamos pro carro exaustos, corpos suados e marcados. Ele gozou na minha boca mais uma vez antes de eu dirigir pra casa – eu engolindo tudo no caminho, uma mão no volante, outra no pau dele.

No dia seguinte, ele mandou mensagem pelo rádio do shopping: “Hoje fecho com você de novo. Deixa o carro no mesmo lugar.”

Eu respondi: “Estaciono no -4 amanhã. Mais escuro.”

Agora toda quinta é dia de ser comida pelo segurança até não aguentar sentar no dia seguinte. Meu carro nunca mais foi o mesmo.

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